quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Anistia não é amnésia

Anistia: Presidente da OAB critica Nelson Jobim

O Presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, criticou hoje o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os comandantes militares por serem contra a criação da Comissão da Verdade, dentro do Plano Nacional de Direitos Humanos, que deve investigar a tortura e os arquivos do período da ditadura militar (1964-1985).

"Um País que se acovarda diante de sua própria história não pode ser levado a sério: o direito à verdade e à memória garantido pela Constituição não pode ser revogado por pressões ocultas ou daqueles que estão comprometidos com o passado que não se quer ver revelado", afirmou Britto, em nota divulgada pela assessoria da OAB.

A OAB defende no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal Militar (STM) ações reivindicando a abertura dos arquivos da ditadura e a punição aos torturadores. "O Brasil não pode se acovardar e querer esconder a verdade; anistia não é amnésia. É preciso conhecer a história para corrigir erros e ressaltar acertos: o povo que não conhece seu passado, a sua história, certamente pode voltar a viver tempos tenebrosos e de triste memória como tempos idos e não muito distantes".

Fonte: Agencia Estado/ AE

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Organicos ainda não regulamentados

Estava previsto para entrar em vigor hoje (28), mas a lei que regulamenta o mercado de produtos orgânicos no país foi adiada para 31 de dezembro de 2010. A medida foi tomada para que produtores de regiões distantes tenham tempo suficiente para compreender as novas regras, segundo o governo. A lei foi criada para organizar e dar visibilidade aos produtores orgânicos no país. Atualmente, estima-se que existam 90 mil produtores orgânicos no país, número bastante superior aos 15 constatados em estimativas anteriores.

Os ramos mais freqüentes da agropecuária orgânica são a criação de gado e outros animais (41,7%) e a produção de lavouras temporárias (33,5%). A maior parte dos produtos, no entanto, é voltada à exportação (60%), especialmente para o Japão, os Estados Unidos e a União Europeia.

Fonte: Salada Verde em O ECO http://www.oeco.com.br/saladaverde

Geopark certifica entidade no Cariri como parceira

Estabelecer vínculos de parceria é a meta do Geopark ao criar placas de certificação para entidades no Cariri. A Fundação Casa Grande, Memorial do Homem Cariri, no município de Nova Olinda, é a primeira instituição da região a receber a certificação do Geopark Araripe, como entidade colaboradora do projeto. A entrega da placa aconteceu na sede da própria entidade, em Nova Olinda, durante as comemorações dos 17 anos da Instituição neste mês.

O Geopark foi destacado pelo seu gerente e gestor científico, Idalécio de Freitas, como um programa do Governo do Estado, gerido pela Universidade Regional do Cariri (Urca).O significado do Geopark foi ressaltado pelo gerente, que explicou ser um parque aberto.

"O que a Casa Grande fez e faz é Geopark. É social, é geologia, são os fósseis de Nova Olinda, os melhores em qualidade do mundo. O Geopark foi criado no intuito de preservar essas riquezas, para as gerações futuras. Nós não podemos deixar de explorar as riquezas naturais, mas devemos saber como explorar, como preservar", explica. O gerente destacou o trabalho da Casa Grande como entidade colaboradora e desejou um segmento do projeto, aliado do Geopark Araripe.

Com a placa, certificando a cooperação mútua das duas instituições, os projetos em prol do desenvolvimento sustentável da região serão realizados em conjunto. O presidente da Fundação, Alemberg Quindins, destaca a importância do Geopark Araripe para destacar as riquezas naturais da região.

A Casa Grande tem desenvolvido um trabalho de educação patrimonial e preservação, tanto na área da Arqueologia até na memória dos índios kariri, história da cultura regional, e conservação dos sítios arqueológicos, envolvendo crianças e jovens, sem perder de vista principalmente os valores regionais. Recentemente recebeu do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) o título de Casa do Patrimônio da Chapada do Araripe.

A diretora da Fundação Casa Grande, Rosiane Limaverde, que também recebeu o título de cidadania de Nova Olinda, juntamente com o presidente da Fundação, Alemberg Quindins, destacou o ato de entrega da placa como um momento importante para se trabalhar mais pela região do Cariri e pela Chapada do Araripe. Segundo ela, a área da Chapada tem uma riqueza incalculável para a pesquisa. "É uma alegria para a Fundação Casa Grande esse reconhecimento do Geopark, de nos tornarmos parceiros de uma forma mais efetiva", diz.

A vice-reitora da Urca, Otonite Cortez, ressaltou o convênio já existente entre a Urca e a Casa Grande, que tem a finalidade de atuar por meio de uma mútua colaboração em nível cultural e técnico-científico. "Pretendemos estreitar ainda mais os laços e faremos mais ainda, por meio de vários projetos e programas desenvolvidos. Um deles é inserir no aparelhamento do Geopark Araripe, que é um programa de estado, confiado a gestão da universidade", salienta. Ela destacou o papel do Geopark na proteção de toda a riqueza fossilífera e arqueológica do território do Araripe.

Fonte: Caderno Regional do Diário do Nordeste. Reportagem Elizangela Santos.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Presidente Lula sanciona hoje a Lei do Clima

Lei prevê compromisso do País de reduzir suas emissões de gases-estufa em até 38,9% até o ano de 2020Brasília O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve sancionar hoje a Política Nacional de Mudança Climática, transformando em lei a partir de amanhã o compromisso voluntário do País de reduzir suas emissões de gases-estufa em 36,1% a 38,9% em relação à trajetória até o ano de 2020.

No entanto, Lula impôs três vetos ao texto aprovado pelo Congresso Nacional. Os vetos protegem o setor do petróleo e as grandes hidrelétricas, além de permitir que recursos destinados ao combate ao aquecimento global sejam retidos para a reserva do governo.Em fevereiro será publicado um decreto que especificará a contribuição de cada setor da economia no corte de emissões.

O Ministro Carlos Minc/ Meio Ambiente disse que, apesar de a Conferência do Clima de Copenhague ter sido considerada um fracasso, o Brasil fará sua parte. "Não interessa se Copenhague não terminou bem. Houve muita frustração, mas o Brasil não ficou mal na fita, mostrou que tinha metas ousadas", disse.

Segundo o ministro, todos os setores serão responsáveis pela redução das emissões. Dos dez vetos sugeridos pelos ministérios, Lula acatou três. Um deles retira a palavra "abandono" de um artigo que previa o "abandono paulatino" de fontes fósseis de energia. Sob pressão do Ministério de Minas e Energia, Lula decidiu retirar a expressão do texto porque, se ela fosse mantida, o país estaria impedido no futuro de usar petróleo e gás natural na produção de energia.

Com a descoberta do pré-sal, o governo quis evitar a dor de cabeça futura de retroceder na política climática. O segundo veto permite o contingenciamento (bloqueio) de recursos utilizados para medidas de redução da emissão de gases. Segundo a área técnica do governo, o corte de recursos orçamentários só pode ser autorizado por meio de lei complementar, e não por lei ordinária, como é o caso da política nacional do clima.

O terceiro veto à lei retira do texto a prioridade para o uso de pequenas usinas hidrelétricas na produção de energia. Pelo texto original, o governo desestimularia a produção de energia pelas médias e grandes usinas.O Brasil é o quinto maior poluidor do planeta, atrás de China, Estados Unidos, União Europeia e Indonésia.

Fonte: Diário do Nordeste

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A URCA de costas para Juazeiro!!!

A URCA de costas para Juazeiro.É assim que uma parcela significativa da comunidade acadêmica vê a postura da Universidade em relação ao Juazeiro. Os mesmos se perguntam o porquê da ausência da instituição nos preparativos para a festa do centenário juazeirense e de outros debates relativos a cidade, quando esta deveria fazer jus a sua posição de destaque. A URCA abdicou do seu papel, voltando-se exclusivamente para disputas internas, que só deveriam acontecer mais próximas a eleição para reitor, as antecipou e apequenou-se.

Fonte: Coluna de Felipe Santana/ Jornal Metropolitano

Arborização: Salvem o Meio Ambiente!!!

O projeto de arborização urbana implementado na cidade do Crato é de suma importância e deveria ser copiado por todas as demais cidades do Cariri, tendo em vista a importância de amenizar os efeitos causados pelo desenvolvimento e expansão de espaços verdes cada vez mais escassos nos centros urbanos. O meio ambiente é sem sombra de dúvida o assunto mais debatido no mundo e aproveitando a deixa, quem sabe seja à hora ideal para as autoridades do Cariri voltarem suas atenções para a Floresta Nacional do Araripe, as serras do Horto e de São Pedro, e as demais áreas verdes que vem sendo devastadas por ações irresponsáveis.

Fonte: Coluna de Felipe Santana/ Jornal Metropolitano

domingo, 27 de dezembro de 2009

O uso do Avelós no tratamento do cancer


Uma planta usada tradicionalmente em chás medicinais e nas populares "garrafadas" (bebida que reúne várias ervas) está sendo testada no tratamento do câncer. Estudos iniciais desenvolvidos no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, em São Paulo, mostram que ela conseguiu estabilizar o quadro clínico de uma doente terminal e que também foi eficaz no alívio das dores. Encontrada no Norte e no Nordeste do país, a avelós (Euphorbia tirucalli) produz uma seiva semelhante ao látex, que é muita tóxica e cáustica. Se cai nos olhos, pode cegar.

O primeiro passo dos pesquisadores foi então isolar apenas as substâncias benéficas da planta e transformá-las em uma pílula, chamada de AM10. Se a eficácia da droga for comprovada nos próximos estudos, ela poderá se transformar no primeiro medicamento oncológico nacional. Tudo começou há seis anos, quando o empresário nordestino Everaldo Telles viu um parente melhorar após usar a planta para tratar um câncer. Ele decidiu investir em pesquisas e, com o farmacêutico Luiz Pianowski, iniciou a fase pré-clínica (testes em células de cultura e animais).

"Nos testes in vitro e com animais a droga funcionou bem contra as células de tumores", afirma Pianowski. Nessa fase, os estudos foram feitos na Universidade Federal do Ceará e na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O Einstein entrou na história há um ano, na fase 1 da pesquisa clínica. A droga foi testada em sete pacientes oncológicos terminais, que já haviam recebido todo tipo de tratamento disponível sem obter resposta. O intuito do estudo foi descobrir a dose máxima da substância tolerada pelo organismo, não de medir sua eficácia.

Ainda assim, uma paciente do grupo de estudo, com câncer metastático, teve a doença estabilizada. "Não sabemos se isso ocorreu por causa da droga ou porque a doença é de progressão lenta", diz o médico Auro Del Giglio, gerente da oncologia no Einstein e um dos coordenadores da pesquisa. Os outros pacientes tratados com avelós relataram melhora da dor. "Talvez a droga seja um bom analgésico, e não um anticancerígeno. Pesquisas desse tipo geram muita expectativa."Del Giglio diz que as pessoas não devem usar a planta inadvertidamente. "O látex é extremamente tóxico.

"A fase 2 da pesquisa avaliará 40 pacientes oncológicos de outras cinco instituições, entre elas o Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho e a Faculdade de Medicina do ABC. Será testada a atividade do princípio ativo nas células tumorais. A avelós causa um processo chamado de apoptose celular, uma espécie de suicídio das células. Purificada, ela age inibindo enzimas relacionadas à multiplicação dos tumores. Segundo Pianowski, há diversos relatos de pessoas com câncer, que estavam desenganadas pelos médicos e que se curaram após usarem a planta."Não esperamos que ela cure todos os tipos de câncer. Mas certamente será eficaz para diversos deles. Várias drogas oncológicas começaram assim."


Fonte: Claudia Colucci/ Folha de São Paulo.

Mata branca está em brasas


Matriz energética e consenso não costumam andar juntos. O debate pode esquentar ainda mais quando se trata do polo gesseiro do Sertão do Araripe, onde indústria, ONGs e governo se colocam de um lado e acadêmicos, do outro. No centro da discussão está a lenha obtida no único bioma exclusivamente brasileiro, a caatinga. O primeiro grupo advoga pelo manejo florestal que obedeça a regras rígidas e abasteça calcinadoras de gipsita. A outra turma alerta que não existe estudo, nem é eficiente derrubar-se a mata branca para fazer gesso.


O polo gesseiro fica no Araripe e está praticamente no coração da caatinga. É aquela região mais ao interior de Pernambuco, próxima do sul do Piauí e sul do Ceará. Não é mera coincidência estar lá a área mais degrada do bioma. A produção de gesso, que abastece 95% do que é consumido no país, é apontada como responsável pela abertura de clarões na mata.


A região concentra jazidas que exigem pouco para extração da gipsita. O minério branco só precisa passar pelos fornos das 139 calcinadoras para se transformar em gesso. Esse processo, que na maioria das vezes utiliza a vegetação da caatinga como combustível, é responsável por uma taxa de desmatamento alta.


Dados da Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco apontam que para a produção de 1,3 milhão de toneladas de gesso no Sertão do Araripe são necessários 1 milhão de metros cúbicos de lenha. A participação dos recursos florestais para produção desta energia chega a 93% (o restante vem da poda de cajueiros cearenses). A taxa é elevada mesmo para a região conhecida pela ausência de recursos hídricos e oferta de eletricidade limitada. Em todo semiárido, 40% da matriz energética vem da lenha, de acordo com o Ibama.


O ecologista Frans Pareyn, da entidade não-governamental Associação das Plantas do Nordeste (APN), e o analista ambiental Francisco Barreto Campello, do Ibama, garantem que o problema não é o uso do bioma – o desastre ambiental se dá pela falta de manejo.


O professor de ecologia e botânica José Alves Siqueira, da Universidade do Vale do São Francisco (Univasf) e diretor do Centro de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas da Caatinga (Crad), discorda do manejo florestal do bioma. “Não existe base científica nestes modelos. Eles são especulativos”. Doutor em biologia vegetal, Siqueira afirma que a caatinga é mais delicada do que se supõe e que os planos de uso da mata como matriz energética não levam em consideração as espécies herbáceas e arbustivas, que são parte da riqueza da região.


A supervisora da área de manejo florestal do departamento de Ciência Florestal da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Isabelle Meunier, argumenta que o manejo não está em questão. Se debate a oportunidade de se sustentar um polo industrial com a caatinga. “Não conheço nenhuma técnica capaz de atender uma demanda crescente sem oferecer produtividade crescente. Demanda crescente e produtividade decrescente geram colapso. Ecologista militante, Isabelle faz um adendo. “Falo como acadêmica, não como ambientalista”.


O mesmo raciocínio utiliza Aldemir Barboza, doutora em geografia e professora de meio ambiente da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ela afirma que a lenha da caatinga, em especial no Araripe, não pode ser considerada um recurso renovável porque os índices de consumo superam a sua capacidade de recomposição. “Devem-se buscar alternativas sustentáveis para as atividades que demandam uma grande quantidade de energia”. A caatinga tem seu nome a partir das palavras que em tupi querem dizer mata branca, possui fauna e flora características, mas é muito pouco estudada. Sua aparência de mata seca de aparência morta, por exemplo, esconde uma astúcia vegetal. As plantas guardam energia para exibir o seu verde apenas para quando a água vem. E quando chove, a paisagem muda.


A estratégia para a preservação da cobertura florestal da região com apoio da indústria do gesso, agência ambiental pernambucana, Ibama e APN é peculiar. Parte do incentivo ao manejo da mata, com técnicas de corte que mantêm o toco e rodízio de áreas de 10 a 15 anos. Francisco Barreto Campello, do Ibama, observa que, desde os índios, o regime de produção agrícola no Araripe é baseado no rodízio de terras (pousio), que consiste na derrubada da mata, queima da madeira e, em seguida, o cultivo. “Isso cria uma espécie de revezamento das áreas para produção, em um manejo cíclico de solo onde a vegetação cumpre o papel de revigoramento da terra”, explica.


A demanda energética total do Araripe é de 2,4 milhões de metros cúbicos por ano, de acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente e governos do Ceará e de Pernambuco. A área necessária para atender esta necessidade, de forma sustentável, é de 220 mil ha, considerando 14.700 ha por ano, em um ciclo vegetativo de 15 anos para regeneração, conforme dados da Rede de Manejo Florestal da Caatinga. A região do Araripe possui 1,4 milhão de ha de área potencial para uso sustentável.Concorre com os agricultores que buscam lucro nesta atividade a pirataria. O maior inimigo do manejo é o preço da lenha irregular. Barreto Campello conta que há épocas em que a oferta de produto ilegal ultrapassa a demanda. Os prejuízos vão além das contas e dos cifrões. A madeira retirada de forma irregular queima o solo, arranca os tocos dos troncos, não repõe a cobertura vegetal e se torna emissora de carbono. A desertificação é a etapa seguinte.
Fonte; Reportagem Celso Calheiros, no jornal eletronico O ECO http://www.oeco.com.br/

sábado, 26 de dezembro de 2009

Concurso de Idéias para a Beira Mar gera debate entre profissionais

Os resultados do Concurso Nacional de Idéias para Reordenamento da Beira Mar, gerou um intenso debate entre os profissionais arquitetos/ urbanistas em Fortaleza, através do Blog do IAB/ CE, que nunca foi tão acessado como nos últimos dias.

Por um lado. há uns arquitetos/ urbanistas que consideram que os resultados apresentados são adequados e muito mais quando se trata de um concurso nacional julgado por renomado juri composto de profissionais de referencia como Fabio Penteado, Rosa Grena Kliass, Mateus Gorovitz e Roberto Martins Castelo. Por outro lado, surgem alguns que se contrapõem a estes resultados e exigem um debate mais aberto sobre as proposições compostas pela equipe vencedora. Bom debate e salutar para a categoria demonstrando que os interesses sobre os destinos da Beira Mar, em Fortaleza, estão realmente em pauta. O único senão é a presença de "postadores anonimos" no debate, o que nos parece uma atitude primária de comparecer a uma polemica sob esta condição. Mas deixando este aspecto de primarismo de lado:

  • Parabéns à atual Diretoria do IAB/CE pela realização com destaque ao trabalho do Professor/ Arquiteto Antonio Martins Rocha Junior e sua dedicação ao sucesso desta empreita;
  • Parabéns à Prefeitura Municipal de Fortaleza e notadamente à Secretária Municipal do Turismo Patricia Pequeno Aguiar e também ao MPF/ Ministério Publico Federal, AGU/ Advocacia Geral, IBAMA/ Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e DPU/ Departamento do Patrimonio da União que acreditaram que a proposição de um concurso nacional de idéias era a mais adequada para solução ao problema de requalificação da Beira Mar;
  • Parabéns ao juri, aos nossos colegas do corpo de jurados nacional e aos representantes local. Parabéns também a todos os participantes que atenderam ao chamamento local de participar deste certame;
  • Parabéns aos vencedores pelo excelente resultado e também à segunda e terceira colocações, desejando sucesso no desenvolvimento dos trabalhos em pauta;
  • E por fim parabéns à população da cidade de Fortaleza.
Cordialmente Professor/ Arquiteto José Sales

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Praças Centrais do Crato

Em janeiro será iniciado em Crato, a implantação do projeto de revitalização das praças centrais do município, começando com a colocação de tapumes na Praça da Sé, dentro do plano de reforma. Um trabalho especial, segundo o arquiteto Alex Nunes, da SEINFRA/ Secretaria de Infraestrutura do Crato, será executado no sentido de recuperar ao máximo a originalidade desses espaços. As obras terão a coordenação da Secretaria das Cidades e acompanhamento da Secretaria de Infraestrutura do Crato. O projeto de ordenamento e paisagismo foi do Arquiteto Alexandre Landim e equipe, sob coordenação da Arquiteta Carolina Gondim Rocha. Este é um projeto estruturante do PRU CRATO/ Plano de Requalificação Urbana do Município.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Festival de Video do Minuto do BNB


A história dos romeiros no caminho para Juazeiro, em cima de pau-de-arara, foi contada por Dadá Petrole. O cearense Dadá Petrole e o paraense Rodrigo Aben-Athar ganharam o Festival Vídeo do Minuto. Um paraense e um cearense radicado na Alemanha foram os dois vencedores do Festival de Vídeo do Minuto com o tema "Padre Cícero", patrocinado pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Rodrigo Aben-Athar, de Belém/ Pará, ganhou o Prêmio Aquisição BNB, no valor de R$ 2 mil, com o vídeo "O dia em que Padim voltou ao Crato". A animação 3-D feita por Rodrigo mostra o deslocamento da estátua do Padre Cícero da Serra do Horto para o Crato. O vídeo termina com Padre Cícero sentado na encosta da Serra do Araripe, contemplando o Cariri.


Já o cratense Dadá Petrole conquistou o Prêmio Especial Romaria, no valor de R$ 1 mil, com o vídeo "Dia dos mortos", que conta a história, o sofrimento e a catarse dos romeiros nordestinos no caminho para Juazeiro em cima de um caminhão pau-de-arara. Com essa proposta, o fotógrafo cratense foi premiado, em nível nacional, pelo "Festival do Minuto" do Estado de São Paulo. O trabalho de Dadá Petrole foi objeto de reportagem do Diário do Nordeste, no dia 23 de novembro deste ano, com o título "Fotógrafo lança novo olhar sobre as romarias". O vídeo valoriza a informação da imagem e da dramatologia do silêncio e da luz. "Ele incorpora a poesia e a emoção da vida dos romeiros que se deslocam dos seus municípios de origem para exaltar o que lhe é de valor na vida e assim lhes afastar da morte".


O objetivo da captação dessas imagens, segundo Dadá Petrole, foi de criar um arquivo documental videográfico sobre as romarias do Padre Cícero. O diretor e produtor executivo do Festival do Minuto, Gustavo Steinberg, diz que foram inscritos 100 e selecionados 61 vídeos sobre o Padre Cícero pela curadoria do evento."Desses 61 vídeos, 34 (ou 55,7%) foram produzidos por realizadores da região Nordeste, traduzindo um recorde absoluto de participação da região no Festival do Minuto.


Esses números demonstram uma escolha acertada do tema e do foco da ação durante a romaria em Juazeiro do Norte, no último dia 2 de novembro", analisa Gustavo Steinberg. O Padre Cícero é até hoje considerado o Cearense do Século. Durante uma missa celebrada por ele em 1889, em Juazeiro do Norte, ocorreu o primeiro de uma série de milagres que o tornaram lendário: uma hóstia ministrada pelo sacerdote a uma beata transformou-se em sangue na boca da religiosa. Tal fenômeno se repetiu diversas vezes durante cerca de dois anos. Rapidamente espalhou-se a notícia de que tinha acontecido um milagre.A partir daí, o mito do Padre Cícero passou a ter fortíssima influência social e religiosa em todo o Estado do Ceará, e Juazeiro do Norte tornou-se uma cidade-santuário e um dos maiores centros de romarias e religiosidade popular do Brasil. É lá que estão sepultados os restos mortais do "Padim Ciço", já considerado santo popular pelos milhares de devotos.


Fique por dentro:

O Festival do Minuto foi criado no Brasil no ano d e 1991. Este evento é, hoje, o maior festival de vídeo da América Latina, tendo inspirado festivais semelhantes em mais de 40 países. Desde o ano de 2007, o Festival do Minuto brasileiro tornou-se permanente e, também, online. Passou a receber e exibir vídeos diretamente pela Internet. Para assistir basta acessar:


www.festivaldominuto.com.br .


Fonte: Diário do Nordeste. Imagem do Video de Dadá Petrole.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Amanhã, 4ª Feira, 23/12, haverá a eleição para escolha da Diretoria do IAB/CE para o Bienio 2010/ 2011 e buscamos o seu voto de referendo à proposta de trabalho da nossa chapa, na sede do IAB/CE, na Avenida Carapinima 2425, a partir das 08 até 20hs.

"ENFRENTANDO NOVOS DESAFIOS"GESTÃO IAB/CE 2010/2011

Diretoria Executiva
Presidente: ODILO Almeida Filho
Vice-presidente: JOSÉ SALES Costa Filho
Secretário-Geral: GUSTAVO Bruno de Amorim
1º. Secretário: JORGE Washington REBOUÇAS Chagas Júnior
2º. Secretário: Francisco EDIILSON Ponte ARAGÃO
Tesoureiro: MARCUS Venícius Pinto de LIMA
1º. Tesoureiro: CLÉLIA Leite de Carvalho
Diretor de Política Profissional: Maria INÈS V. Q. B. Bandeira
Diretor de Política Urbana: REGINA Lúcia Nepomuceno Costa e Silva
Diretor de Política Cultural: Antônio Martins da ROCHA Júnior

Conselho Fiscal:
RUI de Castro PALÁCIO Filho
Maria DANIELA R. Alcântara
SOLANGE Maria Oliveira Schramm

Conselho Superior:
Titulares: NAPOLEÃO Ferreira Silva Neto
MARCUS Venícius Pinto de LIMA
Antônio CUSTÓDIO dos Santos Neto

Suplentes: MÁRIO Antônio da Silva Guerra ROQUE
Antônio LUCIANO Lima GUIMARÃES
AUGUSTO César Chagas Paiva

Aguardamos a presença dos colegas e desejamos a todos Boas Festas, um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo repleto de grandes realizações profisssionais a partir de uma representação mais forte e combativa de nosso Instituto e da consolidação do CAU/ Conselho de Arquitetura e Urbanismo.

Escola profissionalizante restringe matrículas

A denúncia de Rosângela Ângelo Barros, mãe de uma aluna do distrito de Taíba, em São Gonçalo do Amarante, questiona o acesso à Escola Profissionalizante Adelino Cunha Alcântara. Ela reclama que a escola não estaria aceitando a matrícula de estudantes que residem nos distritos e isso dificulta o acesso a uma educação de qualidade.

De acordo com Rosângela, ela tentou realizar a matrícula da filha na escola profissionalizante e não foi concretizada porque "a escola não recebe alunos dos distritos. Está fechada a atendimento aos alunos da sede e não recebe de outras localidades. Para matricular temos que conseguir o endereço de alguém da sede. Acho isso uma falta de respeito", diz.

Para a coordenadora de educação profissionalizante da Secretaria de Educação do Ceará (Seduc), Thereza Barroso, não houve recusa de realizar matrícula porque "o processo ainda não foi aberto", mas ela acrescenta que a proximidade com a escola pode ser um dos fatores para que os alunos ocupem as vagas disponíveis."Estamos na sede para discutir esse assunto, bem como os critérios, que podem ser uma prova ou a residência próxima à escola, e o calendário de matrículas".

Thereza ainda argumenta que a necessidade do critério serve para garantir o acesso justo dos alunos à escola. "Não posso deliberar as vagas para quem eu quiser. Hoje à noite, haverá palestra informativa sobre os cursos a partir das 18 horas, como também discutir a oferta do curso com respectiva quantidade de vagas".

Fonte: Caderno Regional do Diário do Nordeste
Comentário da postagem: Isto chama-se, em português claro, de critério discriminatório. É a uma tentativa de instalar a barbarie em um setor que deveria primar pela excelencia que é o da Educação.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

PAC promete, mas não cumpre

Até o momento, só chegou 20% dos R$ 734 milhões prometidos ao Ceará, em recursos do programa, para 2009. O fato de, no Brasil, os orçamentos públicos serem autorizativos, ou seja, não obrigatoriamente, e na verdade quase nunca, os gestores devem cumprir aquele cronograma anunciado, já prejudica o planejamento de estados e municípios que acabam contando com recursos que nunca chegam. Para além disso, no entanto, a possibilidade de citar valores estratosféricos que dificilmente vão ser liberados, tem feito os gestores usarem estes quantitativos, politicamente, para forjar uma quantidade de investimento, a rigor, inexistente.

É só fazer uma análise da prática, para percebermos que os números ditos em alto e bom som quase nunca são comprovados nas liberações. Um exemplo disso são os recursos referentes ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, para o Ceará.

Até o momento, do valor inicial de R$ 734 milhões para o desenvolvimento do Estado, só chegou R$ 166 milhões, há 10 dias do final do ano, segundo números do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) da União. É um percentual de apenas 20%. Os outros 80% esbarram na burocracia, nos entraves e nos remanejamentos feitos na peça orçamentária que acabam atrasando o andamento de obras federais nos estados.

Na teoria, este valor deve ser colocado como "restos a pagar", com promessa de liberação para 2010. Só promessa. Senão, vejamos: o mesmo PAC, no exercício de 2008, previa liberação para o Ceará no total de R$ 554 milhões em investimentos. Passou o ano inteiro para liberar R$ 242 milhões, o equivalente a 43% do total. O restante, R$ 312 milhões, ou 56%, ficaram nos "restos a pagar". E no exercício de 2009 nem os restos a pagar, nem tampouco 50% do que estava previsto, foi pago.

E a proposição de respostas e soluções para os questionamentos que todos fazem, também demora na mesma proporção. A Assembleia Legislativa do Estado criou uma comissão especial para acompanhar as obras do PAC no Estado. Houve divergências entre apoiadores e opositores do governo Lula. Depois, os aliados foram para a comissão oficial, os tucanos se retiraram e criaram uma instância paralela para fazer o mesmo trabalho.

Pois passados três meses da instalação, não há resposta alguma por parte dos parlamentares. O valor dos empenhos mostrados agora, no entanto, revela a realidade sobre aquilo que está sendo empenhado pelo maior programa do governo Lula, atualmente.

Fonte: Diário do Nordeste

domingo, 20 de dezembro de 2009

Copenhagen resultou apenas em “Carta de Intenções”, admite ONU


A reunião sobre mudança climática das Nações Unidas, concluída no sábado, resultou em uma "Carta de Intenções", de acordo com o secretário-executivo do encontro, Yvo de Boer. Ele admitiu que agora é preciso trabalhar para transformá-la em "algo real, mensurável e verificável.Agora temos um pacote para trabalhar e começar a agir imediatamente. Entretanto, é preciso ficar claro que é uma carta de intenções e não é precisa sobre o que precisa ser feito em termos legais", disse de Boer.

"O desafio agora é transformar o que concordamos em Copenhagen em algo real, mensurável e verificável." O chamado "Acordo de Copenhagen" foi aprovado no sábado com relutância e sem unanimidade, como exige o procedimento das Nações Unidas. O mesmo prevê ações para a manutenção do aumento da temperatura global a 2ºC. Por outro lado, o acordo não prevê qualquer redução de emissões dos gases que provocam o efeito estufa para que isso seja possível.


O documento, no entanto, prevê a criação de um fundo emergencial de US$ 30 bilhões pelos próximos três anos, para ajudar países pobres a combater causas e efeitos das mudanças do clima; além de angariar fundos para financiamentos de longo prazo de até US$ 100 bilhões até 2020. No entanto, por ter sido fruto de um encontro entre os Estados Unidos e os chamados países BASIC - Brasil, África do Sul, Índia e China -, o acordo não foi reconhecido por representantes de diversas nações, como Sudão, Bolívia, Venezuela, Nicarágua e outras.

Isso levou ativistas ambientais a classificarem o encontro de Copenhagen de fracasso. "Nas últimas duas semanas, testemunhamos um fracasso abjeto e um sucesso retumbante. O fracasso obviamente foi a COP 15, que não só deixou de apresentar as reduções drásticas e justas necessárias, como não apresentou absolutamente nada", criticou Tadzio Müller, da ONG Climate Justice. "O sucesso é o do movimento global por justiça climática, que organizou ações espetaculares, grandes e inspiradoras."

Em uma mostra de como o processo em Copenhagen foi conturbado, Weech foi o terceiro presidente da COP 15, substituindo o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Loekke Rasmussen, que há poucos dias assumira no lugar da ministra da Energia e do Meio Ambiente, Connie Hedegaard. O Acordo de Copenhagen foi selado na sexta-feira, entre o presidente americano, Barack Obama, e os presidentes de China, Brasil, Índia e África do Sul, depois de uma reunião de mais de duas horas, mas não foi ratificado por todos os paises presentes ao conclave.

Fonte Portal G1.


Imagem das esculturas os "Refugiados do Clima", do escultor dinamarques Jens Galschiot e seu trabalho - AIDOH/ Art in Defence of Humanism - colocadas junto a entrada do Bella Center, inspiradas na saga de refugidos sudaneses através do deserto. Elas simbolizam as 200 milhões de pessoas que serão refugiadas do clima nos próximos 40 anos, segundo o IPCC ONU. Fotografia de Robert vanWaarden . Postado por José Sales

A anistia ao desmatamento junto com o COP 15


Enquanto o Governo Federal aprova internamente aprova lei que anistia aos desmatadores, suspendo inclusive multas a quem desmatou e ao mesmo tempo restringe o papel da fiscalização dos órgão federais, impedindo até que se apliquem novos autos de infração por crimes cometidos nessa área, na Conferência do Clima em Copenhagen a confiança depositada nos compromissos ambientais do país continua inabalável, apesar da gafes cometidas pela nossa Ministra Chefe da Casa Civil Dilma Roussef, como a bombástica declaração de que: "o Meio Ambiente e sem dúvida nenhuma, uma ameça ao desenvolvimento sustentável".

Segundo os pesquisadores e estudiosos o desmatamento para conversão de florestas em pastagens no Brasil é responsável por metade das emissões de gases estufa nacionais – a medida federal de perdoar quem o desmatou, sabendo que isto contrariava a lei, isto leva a uma maior escalada da impunidade.

E em reação isto, funcionários do Ibama organizaram uma manifestação para esta sexta-feira na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em repúdio ao decreto que, segundo os servidores, deixa a fiscalização federal de mãos atadas. Isso depois dos cofres públicos terem bancado investimentos de cerca de 500 milhões de reais nos últimos cinco anos para manter o sistema de fiscalização, de acordo com o órgão.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Implante de palmeiras muda a paisagem urbana do Crato


O Crato fica mais verde neste final de ano e com a paisagem transformada. Um projeto de arborização e paisagismo para a cidade, está sendo executado por meio da Secretaria de Infraestrutura da Prefeitura Municipal do Crato, em parceria com o governo do Estado. Trata-se da implantação, por transplantio, de centenas de árvores já em tamanho grande, na sua maioria palmeiras de diversos gêneros. As primeiras 155 palmeiras implantadas já podem ser vistas na entrada da cidade, na Avenida Padre Cícero, onde já estão transplantados Sândalos, Jerivás e 105 Palmeiras Havaí. São árvores bem desenvolvidas e facilmente adaptáveis às condições climáticas.


Este Programa/ Projeto de Arborização e Requalificação da Paisagem Urbana do Crato é unico em todo o Estado do Ceará. Em sua primeira etapa até o fim do ano, serão plantadas cerca de 1.200 árvores adultas. Na segunda etapa, no início do próximo ano, vários bairros da cidade serão também beneficiados com ações deste o projeto de arborização e e requalificação da paisagem, como o Mirandão, Alto do Seminário, São Miguel, dentre outros. A expectativa é a meta de um total de mais de duas e quinhentas mil espécies replantadas.


Os trabalhos de implantação vem sendo coordenados pelo arquiteto Alex Nunes, sendo a concepção e autoria do do Arquiteto José Sales e do Eng. Agronomo/ Paisagista Ricardo Marinho e apoio da equipe Ibi Tupi. A empresa licitada, Palmettto do Brasil, que irá continuar nos próximos dias o plantio das mudas no Largo da RFFSA, no Centro Cultural do Araripe, quando lá serão implantadas 244 árvores, e em seguida, no bairro Mirandão, cuja previsão é de 450 árvores implantadas.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Aeroporto de Juazeiro oferece novo voo diário


Começa a operar, hoje, no Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, neste município, o quinto voo diário, desta vez para o Estado de São Paulo, pela OceanAir. A demanda de usuários tem sido crescente na região. Com o novo implemento, a perspectiva é de fechar o ano com o balanço de 250 mil embarques e desembarques e não 230 mil como estava previsto anteriormente.

Para o próximo ano, já há uma estimativa, dentro desse processo crescente do número de usuários, de passar dos 300 mil passageiros. Um dos principais problemas, em relação a esse crescimento, tem sido a condição estrutural do aeroporto. O terminal tem capacidade de suporte para apenas 50 passageiros. Uma grande reforma do aeroporto virá apenas em 2011, com investimentos de R$ 50 milhões. Ano que vem, algumas ampliações, com investimentos de R$ 5 milhões e capacidade para 187 passageiros.

Fonte: Caderno Regional do Diário do Nordeste.

Oscar Niemeyer

"Oscar Niemeyer não é apenas o cidadão que se empenha em tornar o mundo mais bonito, desde a capela da Pampulha, à construção de Brasília. Ele constitui exemplo de trabalhador que jamais quis parar até por precisar ganhar o pão com o suor do próprio rosto. E também de coerência que não murchou, ao longo de tanto tempo e tantas vicissitudes.

Niemeyer constitui exemplo de dignidade e de solidariedade humana, mesmo quando tal exemplo podia constituir risco de vida. O importante não é apenas viver muito como ele, é viver sempre dignamente. Corretamente. Dá orgulho ser contemporâneo de brasileiro tão cheio de nobreza moral".

Fonte: Lustosa da Costa, em sua coluna no Diário do Nordeste, de hoje. Postado por José Sales.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Educação: combate ao tráfico de fósseis

Conscientizar os estudantes sobre o valor científico dos fósseis é estratégia para combater o tráfico no setor. O Departamento Nacional de Proteção Mineral (DNPM), fortalece o trabalho de combate ao tráfico de fósseis na Bacia do Araripe com um trabalho de educação e conscientização nas escolas do Ensino Fundamental da região do Cariri.

Cerca de 30 cidades receberam, ontem, uma coleção de fósseis cedida pelo órgão, para servir de instrumento educativo nas salas de aula. O kit "Coleções didáticas com fósseis da Bacia do Araripe", inicialmente, estará sendo distribuído no Cariri. São 90 fósseis para começar o trabalho. Também estão inseridos no programa os Estados de Pernambuco e Piauí, estados que fazem parte da Bacia Sedimentar do Araripe.

O lançamento do projeto aconteceu na Universidade Regional do Cariri (Urca), com a presença do diretor de fiscalização nacional do órgão, Walter Lins Arcoverde, o diretor do 10º Distrito do DNPM-CE, Fernando Antônio da Costa Roberto, o diretor do Museu de Ciências da Terra, no Rio de Janeiro, Diógenes de Almeida Campos, além do chefe do escritório do DNPM no Crato, Artur Andrade. O material foi repassado para as escolas por meio de um termo de cessão assinado pelo responsável pela unidade de ensino e o diretor do 10º Distrito, Fernando Costa.

Fonte: DIARIO DO NORDESTE

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Presidente Lula resolve ir a Copenhagen imediatamente

Depois de ver a Senadora Marina Silva e o Governador José Serra tendo destaque nas atividades paralelas da COP 15/ Cúpula das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, em Copenhagen, tendo suas respectivas declarações amplamente divulgadas pela mídia internacional, o Presidente Luis Inácio Lula da Silva optou por partir imediatamente nesta 3ª feira à Dinamarca.

A estratégia, pensada pelos laboratórios do Planalto, de lançar a Ministra Dilma Roussef como a grande defensora do Meio Ambiente e da Amazônia e principal negociadora brasileira da COP 15, mesmo com a ajuda do Ministro Carlos Minc, parece que não deu resultado.Os estrategistas do planalto, entre eles o “neo chanceler” Embaixador Marco Aurélio Garcia, não levaram em conta que a imagem internacional da Senadora Marina Silva, de origem negra, filha de seringueiros, que só aprendeu a ler já adulta e transformou-se em uma renomada militante ambiental, é ligada umbilicalmente à defesa da Amazônia e, que o Governador José Serra, ex – dirigente estudantil, ex – exilado político e que dirige, com sucesso, o mais poderoso Estado da Federação, poderiam ofuscar a presença da Ministra Dilma, que em seu curriculum destaca ela ser “mãe do PAC”, como se este detalhe da política nacional pudesse ter alguma significância na política internacional sobre a mudança climática, que ali se debate.

A Ministra Dilma que não passa de uma ilustre desconhecida nesta cimeira e até algumas semanas atrás era um ferrenha defensora do desenvolvimentismo a qualquer custo, defendendo inclusive, com unhas e dentes, a ampliação sem limite de fronteiras agricolas, a flexibilização imediata da análise ambiental, a instalação da Hidrelétrica de Belo Monte no Xingu e a MP do Desmatamento, que regulariza na marra todas as situações ocupação irregular e indevida de terras na Amazônia legal.

O Brasil levou para a Dinamarca uma delegação de mais de 700 pessoas, entre representantes do governo, políticos, estudiosos, ambientalistas e cientistas. Esta é a maior delegação presente em Copenhagen.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O Geopark Arouca, em Portugal


O Geopark Arouca, correspondendo à área administrativa do Concelho de Arouca, é reconhecido pelo seu excepcional Património Geológico de relevância internacional, com particular destaque para as Trilobites gigantes de Canelas, para as Pedras Parideiras da Castanheira e para os Icnofósseis do Vale do Paiva.

O valioso e singular Património Geológico inventariado, cobrindo um total de 41 geossítios, constitui a base do projecto Geoparque Arouca, aliados a uma estratégia de desenvolvimento territorial que assegurará a sua protecção, dinamização e uso. Em simultâneo e em complementaridade, associam-se outros importantes valores como os arqueológicos, ecológicos, históricos, desportivos e/ou culturais e ainda a promoção da etnografia, artesanato e gastronomia da região, tendo em vista a atracção de um turismo de elevada qualidade baseado nos valores da Natureza e da Cultura.

Muitos destes sítios de interesse encontram-se integrados na intensa Rede de Percursos Pedestres, num total de 13, numa perspectiva de valorização e divulgação e promoção deste inestimável património. A entidade responsável pela gestão do Geopark Arouca é a AGA/ Associação do Geoparque Arouca.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Balança-rabo-de-bico-torto


Esse balança-rabo-de-bico-torto (Glaucis hirsutus) foi flagrado enquanto visitava as flores de uma bromélia na restinga de Aracruz, no Espírito Santo. Assim, durante a alimentação, muitos beija-flores ajudam a polinizar e perpetuar a vegetação de Mata Atlântica. A espécie também é conhecida como beija-flor-besourão, e ocorre em quase todo o Brasil, além do Panamá à Bolívia.


Fonte: O ECO. Foto: Fábio Olmos

Regularizaça com anistia

Está publicado no Diário Oficial da União, em 11/12/2009,e um decreto que define um “programa federal” para apoiar a regularização ambiental de propriedades rurais. O texto dá prazo três anos para adesão à iniciativa para todos os proprietários rurais, com procedimento simplificado apenas para quem tem até 150 hectares de terras.

Como O Eco adiantou, o governo está anistiando quem aderir ao programa e desmatou ilegalmente até um dia antes da publicação do decreto, ou seja, até ontem. Também ficam suspensas as multas de infratores, menos em casos de julgamentos definitivos. Ambientalistas se mostraram decepcionados com a medida, vista como fraca por não trazer incentivos econômicos à regularização fundiária e recomposição florestal, além de anistiar desmatadores em todo o país.

"Quem vai averbar sua reserva legal com a bancada ruralista prometendo acabar com ela, na legislação? E sem o governo dar sinais sobre o que pretende fazer quanto às alterações no Código Florestal, o decreto publicado hoje fica com um certo ar de provisório", disse Nilo d´Ávila, do Greenpeace.O texto é assinado pelo presidente Lula e pelos ministros Reinhold Stephanes, Guilherme Cassel e Carlos Minc, que afirmava até bem pouco tempo que anistiar desmatadores era proposta indecorosa.

Fonte: O ECO

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Novas candidaturas brasileiras ao Programa Geopark UNESCO


O Brasil poderá ter mais um Geopark, se depender de um dos seis Estados da Federação que fazem o pleito junto à Unesco. Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Mato Grosso estão reivindicando a sua inclusão no projeto de Geopark junto à Unesco. Este foi um dos assuntos discutidos, ontem, no I Encontro Brasileiro de Geoparks: Construindo Novas Candidaturas, promovido pela Secretaria das Cidades do Ceará e o Ministério da Integração Nacional, no Hotel Encosta da Serra, no Crato, instalado na Chapada do Araripe, área na qual se insere o Geopark Araripe.

A representante de Minas Gerais, Úrsula Ruchkye de Azevedo, chegou para o encontro com o projeto pronto. O Estado oficializou a candidatura do Quadrilátero Ferrífero que inclui parte da capital, Belo Horizonte, e as cidades históricas Ouro Prefeito, Outro Branco, Cafezal, Santa Bárbara, Mariana e Caeté, que tem sua história ligada à extração mineral, principalmente, o ouro e o ferro.

Enquanto o Geopark Araripe tem como suporte principal o patrimônio paleontológico, a região de Minas Gerais, segundo Úrsula, concorre com o potencial geológico. "Nós contamos apenas com um sítio paleontológico, o de Fonseca, com insetos e plantas fósseis", ressaltou a representante de Minas Gerais.

Para Úrsula, a aprovação da proposta mineira vai contribuir para o desenvolvimento da região de forma mais integrada. Ela lembra que existe uma preocupação do governo de seu Estado em relação ao futuro da região, quando se exaurirem os recursos minerais.O seminário no Crato, que tem como objetivo promover o intercâmbio de informações sobre o Geopark Araripe, único no Hemisfério Sul, com os diversos representantes de instituições da região ligados às artes, ao turismo e outros setores produtivos que se destacam no Cariri.

O evento, de acordo tem também a finalidade de esclarecer sobre o programa e o seu desenvolvimento, por meio de diversos projetos que já vêm sendo executados na região, além de compartilhar informações a respeito dos Geoparks da Europa, a exemplo dos de Portugal e Espanha, expostos por componentes de recentes missões técnicas a esses locais.

Fonte: Jornalista Antonio Vicelmo/ Caderno Regional/ Diário do Nordeste.

Comentário da postagem: Imagem das Minas da Passagem, localizadas entre Ouro Preto e Mariana um dos mais importantes registros do “Ciclo do Ouro” brasileiro, este período destacado de nossa História, que coincide com parte do Século XVIII e finda-se no inicio do Século XIX seguinte, que é um dos pontos incluídos na proposta do Geopark do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais. Hoje estas minas são ponto de visitação turística obrigatória e consolidada vinculado aos roteiros das cidades históricas. Arquivo Ibi Tupi.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Encontro Nacional de Geoparks

I Encontro Nacional de Geoparks será aberto hoje, no Crato, às 8 horas de hoje, no Hotel Encosta da Serra, em Crato, o I Encontro Brasileiro de Geoparks: Construindo Novas Candidaturas. O evento, que terá continuidade até amanhã, é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secretaria das Cidades, e o Ministério da Integração Nacional. Entre as autoridades presentes no encontro o Secretário das Cidades, Joaquim Cartaxo, a Secretaria Adjunta da Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Teresa Mota, o Reitor da Universidade Regional do Cariri (URCA), Professor Plácido Cidade Nuvens, representantes do Ministério da Integração Nacional, Ministério da Cultura, representantes de Geoparks internacionais, e gestores do Geopark Araripe.

O objetivo é criar uma agenda para construção da rede brasileira de geoparks vinculada à UNESCO, que passará naturalmente pela certificação de projetos do gênero aspirantes da Conferência Global de Geoparks em 2010, na Malásia. O evento tratará das múltiplas dimensões do Geopark. Segundo gestor de direção administrativa do Geopark Araripe, Patrício Melo, participam do encontro estados como Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, São Paulo e Rio de Janeiro, além das cidades sede da Região do Cariri que fazem parte dos Geopark Araripe.

Conforme o gestor administrativo, o evento servirá para mostrar um pouco do Geopark e suas múltiplas dimensões nas áreas de educação, conservação e turismo e as interfaces de desenvolvimento regional que têm sido trabalhadas. Para o professor Idalécio de Freitas, o encontro servirá para integrar todos os meios de pesquisa referente à questão do Geopark, além de discutir novas candidaturas das cidades participantes.

A agenda das novas ações a serem desenvolvidas junto ao Geopark Araripe será divulgada durante o evento, além dos investimentos de mais de R$ 12 milhões previstos para os próximos anos. Um dos projetos para 2010 será a construção da sede do Geopark, em Crato, com processo de licitação em fase conclusiva. Os investimentos serão do Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria das Cidades, na ordem de R$ 800 mil.O Desenvolvimento Regional, Cultura, Turismo e Meio Ambiente serão abordados pela equipe gestora da Urca.

A oficina de trabalho, construindo novas candidaturas fará parte de um segundo momento do encontro. A iniciativa tem a finalidade de contribuir para a consolidação das propostas dos geoparks aspirantes, tendo em vista a aprovação na Conferência Global de Geoparks, em 2010, na Malásia. O coordenador científico e professor do departamento de Geologia de Trás-os-Montes e Alto Douro, Artur Abreu Sá, abordará a experiência do Geopark de Arouca, em Portugal. No dia 11, haverá uma visita guiada com os participantes do encontro, ao território do geopark, incluindo as cidades de Santana do Cariri e Nova Olinda.

Pelo menos 59 geoparks já foram criados no mundo, desses, o Geopark Araripe é o único das Américas e do Hemisfério Sul.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Tudo começou no Rio ECO 92


As negociações do clima têm 17 anos e as "partes" já se reuniram em muitas cidades, mas três reuniões marcaram História: Rio em 92, Kioto em 97 e esta. Ontem, o jornal "Liberation", da França, numa reportagem sobre toda história das negociações climáticas, escreveu: "Tudo começou no Rio."
Depois, o outro grande evento foi em Kioto, onde foi fechado o acordo. É cedo para falar que o encontro em Copenhague será histórico? Há uma sucessão de fatos que a tornam única. Yvo de Boer, o secretário-executivo da Convenção do Clima, disse que esta reunião é um turning point. A virada acontece porque nunca tantos e tão diferentes países foram para uma reunião com tantos compromissos. Nada é simples nesta grandiosa tarefa de refazer a relação da humanidade com seu planeta.
Os países desembarcam aqui decididos a defender primeiro seus próprios interesses, já que humanidade é um conceito vago demais. Há a divisão dos países entre ricos, médios, pobres e náufragos. Há grupos de interesse defendendo remédios lucrativos. E há uma multidão de ONGs. Algumas poderosas, bem informadas, com as conexões certas. Os céticos dizem que a temperatura sempre oscilou, portanto não é ação humana, mas sim fenômeno natural. Todo esse esforço da ONU e dos países não seria apenas inútil, seria um erro.
Imaginemos o cenário mais favorável aos céticos: que se comprove manipulação de dados nos estudos do instituto inglês, que aliás não é o único que fornece dados para a ONU. Se fosse aceita, a tese dos céticos levaria o mundo a não fazer nada: não parar o desmatamento, não tratar o lixo, não aumentar a eficiência energética, não reduzir o uso do carvão como energia, não conter o uso insaciável de recursos finitos, não poupar água; a lista seria longa. Se as decisões do parágrafo acima fossem aceitáveis, ainda restaria o argumento do seguro. Mesmo se fossem pequenas as evidências científicas de que o clima na terra está mudando, precisaríamos fazer um seguro contra esse evento. Ninguém espera ter certeza do sinistro para fazer o seguro, basta haver um risco.
Nas próximas duas semanas, quase 200 delegações, governantes de mais de 100 países vão negociar em duas frentes paralelas aqui em Copenhague: a da renovação dos compromissos dos países ricos que ratificaram Kioto, o chamado Anexo 1; e outra da Convenção do Clima em si. Copenhague já tem uma lista impressionante de inéditos em reuniões do clima. Nunca houve uma reunião tão grande, com tanta imprensa, com tanta expectativa, com tanta pressão. Dos que estavam na fila congelando lá fora quando cheguei ao Bella Center, nem todos conseguiram permissão para entrar. Quem veio lotou os hotéis, alugou apartamentos de dinamarqueses, se hospedou na Suécia e Noruega, ou então ficou atracado em navio. Fonte: Jornalista Miriam Leitão O GLOBO.

Imagem da Cachoeira do Lameiro, parte do ecossitema do Rio Batateira - Fonte da Batateira/ Vale/ Cachoeira do Lameiro/ Sítio Fundão - composto como Geopark Batateira, à espera de uma regulamentação mais efetiva em seu estatuto de proteção e preservação. Fotografia de Daniel Roman. Direitos autorais reservados.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Esboço de acordo deixa a ONU de lado e abandona Kioto

O jornal inglês "The Guardian" publicou hoje um texto que seria o esboço de um acordo climático escrito à parte por Dinamarca, EUA e Grã-Bretanha. O documento caiu como uma bomba e só se fala nisso nos corredores da reunião de Copenhague. Ele aumenta o poder dos países ricos, reduz o papel da ONU no futuro das negociações climáticas e prevê o abandono do protocolo de Kyoto.

Desde ontem circulavam rumores de que a Dinamarca tinha apresentado um documento a parte. Quando o jornal "The Guardian" vazou o documento provocou reações imediatas dos países em desenvolvimento e países pobres. O Brasil, que iria dar um briefing agora, suspendeu a conversa para manter contatos com o governo brasileiro.

O esboço, que vem sendo chamado de "texto dinamarquês", estabelece limites desiguais para redução per capita das emissões de carbono entre países desenvolvidos e emergentes em 2050. O acordo permitiria a países ricos, por exemplo, emitir quase o dobro de carbono per capita frente aos emergentes.

Ainda segundo o texto obtido pelo Guardian, o acordo segue a mesma linha do protocolo de Kyoto: responsabiliza os países ricos pelos riscos da mudança climática e exige o cumprimento de metas. Os países emergentes poderiam adotar metas voluntárias para redução das emissões.
Segundo especialistas, o texto estabelece que o Banco Mundial será o responsável por administrar o financiamento do combate às mudanças climáticas, o que reduziria o papel da ONU. A publicação do esboço deixou países desenvolvidos e emergentes furiosos nesta terça-feira em Copenhague.

Fonte: Miriam Leitão de O GLOBO.

Seminário GEOPARK: Multiplas Dimensões

O Governo do Estado do Ceará, realizará por meio da Secretaria das Cidades o Seminário GEOPARK: Múltiplas Dimensões, no Hotel Encosta da Serra, no Bairro do Granjeiro, na cidade do Carto, em 10 de Dezembro de 2009, entre a 08:00 e ás 13:00hs.

Maiores informações (88) 3102-1296 - www.cidades.ce.gov.br

Um sonho distante?


Acabou a contagem regressiva. A conferência do clima começou em Copenhague às dez horas da manhã fria e nublada desta segunda-feira, com autoridades dinamarquesas exigindo o fechamento de um acordo e o sucesso das negociações até o dia 18 de dezembro. Foi assim, afastando a comentada possibilidade de que os países fechassem um acordo somente em meados do ano que vem, que o primeiro ministro dinamarquês Lars Loekke Rasmussen iniciou seu discurso de boas vindas às delegações de 192 países presentes a Copenhague.

“Ninguém subestima as dificuldades das próximas duas semanas, mas há um desejo manifesto de fazer um acordo político com metas, forte e ambicioso, efetivo e operacional”, afirmou Rasmussen, numa conveniente lembrança sobre a pré-disposição pelo fechamento do acordo desejado, anunciada por diversos países dias antes da conferência. Até agora 110 chefes de estado confirmaram presença no evento na semana que vem.

Entre os motivos para que o acordo seja fechado de vez em Copenhague, Rajendra Pachauri, chefe do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), lembrou que os negociadores devem colocar as exigências ecológicas na frente da política. “Na falta de ações de mitigação, as chuvas vão aumentar, e muito, as fontes de água vão se exaurir, a camada de gelo da Groenlândia vai diminuir ao ponto de o mar se elevar de quatro a seis metros, até o fim do século, dois bilhões de pessoas estarão expostas em áreas de fortes inundações já em 2018”, citou Pachauri, só para exemplificar. “Gastar menos de 3% do PIB mundial até 2030 em ações de mitigação evitaria maiores catástrofes decorrentes do aquecimento do planeta entre 2 e 4 graus Celsius”, disse.

Confiantes na força das manifestações populares em Copenhague e no resto do mundo nos últimos meses, os dinamarqueses querem demonstrar que esta conferência será marcante e determinará novas referências, na forma e no conteúdo. Para começar, nenhum delegado recebeu uma daquelas bolsas recheadas de presentes e lembranças da COP-15. Desperdício de dinheiro. Em vez disso, o governo utilizou o recurso para bancar os estudos e a capacitação de 11 estudantes de países em desenvolvimento na Dinamarca. Tem muito mais.

Fonte Andrea Fanzeres, no jornal O ECO.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Começa amanhã a Cúpula de Copenhagem


Entre 07 e 18 de Dezembro, representantes de mais de 10o países estarão reunidos em Copenhagem, a capital da Dinamarca para tentar chegar a um concenso sob a redução dos gases causadores do efeito estufa. A Cúpula de Copenhagem tem a missão de susbtituir o Protocolo de Kioto/ 1997, o único acordo internacional que limita as emissões de gases e cuja vigencia se limita a 2012.

O chamado efeito estufa é o fenomeno climático responsável pelo aumento da temperatura no planeta. As emissões de gás carbonico - CO2 - e outros gases como o metano e os CFCs se misturam na atmosfera, aprionando a rediácão solar e propiciando aumentos significativos de temperatura. Segundo o Painel de Mudanças Climáticas da ONU, a temperatura meédia poderá subir entre 2,4 d 6, graus Celsius até o fim do Século XXI, causando secas, degelos das calotas polares, desertificação e outros graves problemas climáticos.

Mas o esperado acordo de Copenhagem pode fracassar devido a um impasse entre os países em desenvolvimento, liderados pela China e Índia e, os países desenvolvidos. Para as nações mais pobres, o corte de emissões dos paises industrializados deveria ser de pelo menos 4o% a menos do que os níveis de 1990. Além disso há um pleito do emergentes de uma ajuda financeira para reduzir a emissão da gases para que a suas economias não sejam prejudicadas. E não há tempo hábil para a reunião em Copenhagem resulte em um novo tratado quanto ao clima de cumprimento obrigatório.

Por outro lado existem dados catastróficos: 20 milhões de pessoas migraram em 2008, por causa de desastres ligados às mudanças climáticas. Existem previsões que 200 milhões de pessoas se desloquem até 2050. Os prejuízos economicos são incalculáveis. De acordo com a OMM/ Organização Meteorológica Mundial é necessária uma ação urgente para que não se manifestem os cenários mais pessimistas: o CO2 na atmosfera está crescendo anualmente 10 vezes mais que há uma década atrás.

A França e Inglaterra propuseram um aporte de 10 bilhões de dólares por ano através do Fundo de Lamçamento de Copenhagem para ajudar os países emergentes a reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. O Estados Unidos tem uma proposta de corte de 17% das emissões até 2020. E uma meta que alcançará 30% até 2025 e 42% em 2030, mas considerando os dados de 2005. O Brasil cobra metas maiores dos Estados Unidos e anunciará corte de gases entre 36,1% e 38,9% até 2020.

Imagem publicada no Diário do Nordeste.

Explosão de beleza em homanagem à Burle Marx


Floração de palmeiras plantadas por nosso paisagista maior Roberto Burle Marx vira atração no Rio de Janeiro. É um espetáculo raro que leva no minimo 50 anos para acontecer. No ano do centenário de Roberto Burle Marx,a maior homenagem prestada ao paisagista foi da própria natureza: exemplares da palmeira Corypha umbraculifera ou Palma de Talipot, originárias do Sri Lanka, floriram no Aterro do Flamengo, no parque criado por ele e inaugurado em 1965, na Zona Sul do Rio.


Estas palmeiras florescem uma única vez na vida, cerca de 50 anos depois de plantada. Em seguida inicia um longo processo de morte. Os cachos de talipot tem aproximadamente 1 milhão de microflores e ficam no topo da palmeira, formando um copa com até oito metro de diametro e 4 metros de altura. Dois anos separam esta explosão de beleza e sua morte.


Fonte: Veja e JB on line. Postado por José Sales

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Comemorações do Dia do Arquiteto 2009

DATA: Sábado, 12 de dezembro de 2009
LOCAL: Passeio Público/ Fortaleza
HORA: À partir de 11:30hs
CAMISA-INGRESSO: R$ 30,00 para o profissional/ R$ 20,00 para estudante

Adquira sua camisa, ligue: 3283-5454/ 9927-4784

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Metro Cariri é inaugurado

O Governo do Estado do Ceará entregou, ontem, à população do Cariri, a primeira etapa das obras do Metrô do Cariri, que ligará as cidades de Juazeiro do Norte e Crato. Foram inaugurados 13,6 quilômetros de extensão da linha e apenas três estações de passageiros, uma em Crato e duas em Juazeiro. As outras seis, de acordo com o presidente da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor), Rômulo Forte, serão concluídas dentro de dois meses.

O Metrô do Cariri faz parte de um conjunto de ações do Governo do Ceará visando à requalificação do transporte ferroviário de passageiros em municípios do Interior, segundo o governador Cid Gomes.No período para a conclusão das outras seis estações, não serão cobradas passagens. É a chamada "Operação Branca", que, segundo o Metrofor, "é uma fase de adaptação durante a qual serão verificados o desempenho dos equipamentos e a adaptação dos funcionários e da população ao novo serviço".As oficinas já estão com os serviços de terraplenagem prontos e iniciadas as fundações. Depois de concluída essa fase, o metrô entra finalmente na operação completa, circulando de 5h30 às 22h30, com 38 viagens em cada sentido, num total de 76 viagens por dia.

Fonte: Caderno Regional do Diário do Nordeste.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

COMTUR aprova o PDITS FORTALEZA


O COMTUR/ Conselho de Turismo do Município de Fortaleza, logo após empossada sua nova Diretoria, e sob coordenação da Secretaria do Turismo do Município de Fortaleza Patricia Pequeno Aguiar, aprovou em sua reunião ordinária, nesta manhã de hoje, o PDITS FORTALEZA/ Plano de Desenvolvimento Turismo Sustentável do Pólo Fortaleza, conforme as recomendações do PRODETUR BR, de ambito nacional.

O PDITS FORTALEZA passa a ser, a partir de agora, o documento básico do planejamento do Turismo em Fortaleza e tem como objetivo principal o crescimento do setor em bases sustentáveis em curto, médio e longo prazo estabelecendo ações e prioridades para a tomada de decisões. Os objetivos do PDITS FORTALEZA abrangem: orientar a Administração Municipal quanto a ajustes no marco legal para facilitar o pleno desenvolvimento do Turismo nas áreas prioritárias quanto a investimentos a serem consolidados; buscar a promoção dos investimentos da iniciativa privada em empreendimentos e produtos turísticos que aproveitem integralmente o quadro de nossos atrativos naturais, culturais, da lazer e entretenimento e de negócios; além de conscientizar a sociedade em geral sobre o papel do Turismo como um dos fortes indutores do desenvolvimento social e econômico, no presente, gerador de novas oportunidades de trabalho, emprego, renda e melhoria da qualidade de vida da população, inagurando uma nova era no Município de Fortaleza.


Pela primeira vez, um município do Estado do Ceará, notadamente sua capital, desenvolve e aprova seu próprio PDITS/ Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável, ação que vinha sendo empreendida, tradiconalmente, pelo Governo do Estado, que por conveniencias próprias nem sempre incluiu Fortaleza, no contexto do planejamento turístico estadual, muito embora, esta situação se apresente como uma maiores cidades brasileiras, sede de uma das maiores regiões metropolitanas brasileiras, mais destacado e impressivo destino turístico do Ceará, pólo de comércio e serviços de dimensão nacional e possuir ainda o 9º aeroporto mais movimentado do Brasil, com ligações internacionais fluentes.
Sendo o Turismo, no presente, o carro chefe de uma cadeia de mais de 55 atividades econômicas, como impactos sobre o PIB de Fortaleza da ordem de 9,3%, tendo gerado 250 mil empregos, em 2008. Em termos de fluxo turístico, Fortaleza ocupa o 7º lugar no ranking nacional com demandas ligadas ao turismo de lazer, eventos e negócios.
O PDITS Fortaleza importa investimentos da ordem de UDS$ 100 milhões(Cem milhões de dólares) com recursos provenientes em parte do PRODETUR BR do MTUR/ Ministério do Turismo, de financiamento CAF/ Corporacion Andina de Fomento e recursos próprios do Tesouro Municipal.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Parque do Cocó, o diferencial de Fortaleza


O Parque do Cocó foi considerado o principal elemento diferencial da cidade de Fortaleza, quanto ao quesito atração de visitantes e turistas, em avaliação de workshop realizado na 8a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, sobre as cidades subsedes da COPA 2014. Nenhuma grande cidade brasileira, tem localizado na área mais central de seu território, um potencial de paisagem e meio ambiente preservado de tal ordem. São mais de 1.300 hectares de verde que poderiam se transformar na grande área turística da cidade. Não são as praias, nem a Beira Mar, nem a feicão cosmopolita de Fortaleza, nem seu pólos gastronomicos, nem seu comércio pujante o principal elemento diferencial e sim a Bacia Hidrográfica do Cocó, que pode dimensionar roteiros de quase 50 quilometros em suas margens.

Imagem da mata de mangue do Rio Cocó, nas imediações da Avenidas Sebastião Abreu, Washington Soares, Padre Antonio Tomaz e Santana Junior, nos fundos do Shopping Iguatemi. Arquivo de Imagens Ibi Tupi.

domingo, 29 de novembro de 2009

Memória do Museu Jaguaribano em Aracati


Antes que o desejo de ser reativado virasse também uma peça antiga, o Museu Jaguaribano, em Aracati, foi completamente reformado, restaurado e reabre as portas de um dos patrimônios mais antigos e importantes da história do Ceará. No museu é possível conferir relíquias econômicas, sociais e culturais dos primeiros ocupantes do Estado. Cerca de 400 peças constituem o acervo, cujo prédio já é, em si, uma peça histórica das mais importantes.


O equipamento aos poucos vai fazendo parte do roteiro turístico. Está lá um pedaço da história do Ceará, justificada pela importância de Aracati como principal centro econômico nos primeiros momentos da colonização. Situado na Rua Coronel Alexanzito, a conhecida Rua Grande, o Museu Jaguaribano é um dos prédios históricos mais valiosos do Ceará.


Foi lá que morou José Pereira da Graça, o Barão de Aracati (1812-1889), dono de um dos maiores currículos da aristocracia colonial brasileira - foi juiz desembargador, deputado por três vezes pela província do Ceará, ministro do Supremo Tribunal de Justiça e vice-governador da província do Maranhão. Aracati também foi berço de resistências políticas, como a Confederação do Equador.


O prédio tem quatro pavimentos, numa arquitetura imponente e contextualizada em vários momentos também da história municipal. O local ainda foi colégio, clube e hotel até ser museu, em 15 de novembro de 1968.Aos 41 anos, comemora este mês a sua reabertura, após ser restaurado pelo IPHAN/ Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, depois de dois anos da paralisação e constantes interrupções nas obras de reforma. Mais de 12 mil livros e 400 peças de igrejas e de famílias ilustres estão distribuídas em três dos quatro pisos.
Fonte: Caderno Regional do Diário do Nordeste.

sábado, 28 de novembro de 2009

Nem vindo ao Brasil, o Butão fica perto


O país perdeu tanto tempo vendo os Presidentes Lula e Ahmadinejad torturarem intérpretes para abrir a conexão português-inglês-farsi, que não deu a mínima a um visitante muito mais exótico, que andou por aqui quase ao mesmo tempo que o iraniano. No caso, o primeiro-ministro do Butão Lyongpo Jigme Thinley. Ele sim, tinha assunto para encher jornais, pelo menos nos segundos cadernos. Convidado a testar em Foz do Iguaçu um carro elétrico desenvolvido pela Fiat em parceria com Itaipu, pegou o volante na sede da usina e só o largou na sede do hotel.


Em outas palavras, sem ter nada a esconder, divertiu-se placidamente. Almoçou no bandejão classe A da empresa. Adorou o canal da piracema, que promove a migração de peixes através da barragem. Passeou pela hidrelétrica, alegando que, dispondo de água a rodo, um dos pratos fortes da exportação butanesa é a energia que vende à Índia e à China. No hotel Rafain, deslizando entre o elevador e o saguão de quimono de seda e sandálias no pé, dava a impressão de estar sempre lançando a última palavra em moda para sauna ou piscina.


Mas ele veio ao Brasil ensinar como se administra um país pelos preceitos da Felicidade Interna Bruta. A idéia brotou anos atrás de uma das monarquias mais isoladas da terra. O Butão não passa de um país com pouco mais de 38 mil quilômetros quadrados, enrugado por montanhas com mais de sete mil metros de altitude e coberto florestas originais em quase 65% de seu território. É habitado por raridades, como o leopardo das neves, elefantes asiáticos, mais de 50 espécies de rododendros e 700 de pássaros e orquídeas inumeráveis. Mas tem menos de 700 mil habitantes.


É o cenário da moda. Buthan, a Visual Odyssey, de Michael Hawlley, mereceu uma edição de luxo com 58 quilos de peso, 40 mil fotografias e as dimensões de uma mesa para seis comensais. Sai por 30 mil dólares. Mas tem versão barata, por 50. Dizem que foi de lá que no século passado o escritor inglês o escritor inglês James Hilton tirou a idéia de Xangrilá.


O fato é que tudo o que se imagina do Nepal o Butão tem. Menos turismo de massa. Em 2008, ele acolheu 21 mil turistas, que só podem visitá-lo pelas mãos de um guia da agência oficial. A televisão e a internet só entraram legalmente no país há uma década, e com recomendações de uso moderado. Sua economia não é lá essas coisas. A moeda local se ancora na rúpia indiana. Sua principal indústria é a produção artesanal de peças religiosas. Suas relações diplomáticas com os Estados Unidos, a Rússia e outras potências se fazem via Nova Déli.


O Butão tem uma longa história de guerras, golpes e até impeachments monárquicos. Mas anda cada vez mais quieto. Sua Felicidade Interna Bruta está entregue a um rei que ainda não fez 30 anos. E a um conselho que aplica a receita da FIB a partir de 72 indicadores sociais, onde têm peso o tempo de lazer de cada cidadão e sua bem-aventurança ambiental – reduzido a um decálogo de exportação por seu apóstolo internacional Laurence Brahm. O fato é que, lá, o noticiário policial, à falta de assuntos mais trepidantes, registra queixa de vizinhos por briga de cachorros.


Quando o FIB surgiu, o jornal Financial Times tratou-o como o roteiro de uma viagem mística em marcha a ré. Mas ultimamente as pesquisas de opinião pública atestam que só 3% dos butaneses se declaram infelizes. Há três anos, a revista Business Week, apoiada numa enquete da Universidade de Berkeley, pôs o Butão estava num honroso oitavo lugar entre os países mais felizes do mundo. Perdia para a Dinamarca, a Finlândia e a Suécia, sem dúvida. Mas, até na categoria dos reinos-encantados, ganhava de Luxemburgo. As economias mais fortes do mundo, montadas em PIBs gigantescos, vinham muito atrás, comendo a poeira do crescimento acelerado, que na época elas mesmas levantavam.


Fonte Jornalista Marcos Sá Correia/ O ECO

Ocenário Brasil


Um complexo educacional, científico e tecnológico que integra um museu e aquário de grandes dimensões, como os existentes em várias partes do mundo. Assim é o “Oceanário Brasil”, projetado pelo escritório de arquitetura Dal Pian Arquitetos, que será construído num Parque Ecológico localizado entre o Balneário Cassino e os Molhes da Barra, numa área de 176 hectares, ao lado do Oceano Atlântico.


Ainda em fase de estudo preliminar, o complexo, avaliado em R$ 140 milhões, deverá estar concluído no final de 2012. As obras terão início no 1º semestre de 2010.Para o arq Renato Dal Pian, o maior desafio do projeto foi “compreender as particularidades e especificidades de um oceanário que, além dos espaços dedicados ao uso público, terá, aproximadamente, 50% de sua área construída destinada às infra-estruturas de manutenção e conservação dos biomas expostos”.


“Para isso, foi fundamental a elaboração do programa em conjunto com equipe de oceonólogos especialistas em aquários e oceanários”, acrescenta Dal Pian.
Memorial descritivo:O “Oceanário Brasil”, um Complexo Educacional, Científico, Tecnológico e de Desenvolvimento Turístico – está localizado na cidade portuária de Rio Grande-RS, no extremo sul do País.Cidade mais antiga do Estado, por sua vocação histórica e posição geográfica - banhada pelas águas do Oceano Atlântico, Laguna dos Patos e Lagoas Mirim e Mangueira - Rio Grande sempre esteve intimamente ligada ao mar. Sua praia do Cassino, com 240 km de extensão, é a maior do mundo, ultrapassando as fronteiras no Chuí e avançando sobre o Uruguai.
Empreendimento da FURG – Universidade Federal do Rio Grande, criadora do primeiro Curso de Graduação de Oceonografia do País, o “Oceanário Brasil” ambiciona, além de fortalecer a relação da cidade com o mar, ser um importante centro de divulgação dos oceanos e da oceonografia no Brasil.

O edifício, com 45.000m², ocupará uma área de quase 200 hectares, conformando um grande parque ecológico, com trilhas, praça de eventos, sistema de teleférico e torre mirante que proporcionará visão panorâmica da forte paisagem horizontal composta por dunas, banhados, praia e oceano.

Formalmente, o oceanário está organizado em quatro alas georeferenciadas, simbolizando os ambientes aquáticos do Sul, Leste, Norte e Oeste do Brasil, além de uma “Ala Central” que representa o oceano.


  • A “Ala Sul” exibirá ecossistemas e espécies da Antártica e do sul do País, como arroios, banhados, marismas, ambientes costeiros típicos e os mares gelados do sul.

  • A “Ala Leste” contará com a variedade dos ambientes costeiros do Sudeste e do Nordeste do País, da a exuberante Mata Atlântica até os costões rochosos, ilhas, parcéis e corais.

  • Na “Ala Norte” serão apresentados os Manguezais, o Delta do Amazonas e a variedade de ecossistemas e espécies aquáticas da Amazônia, um dos biomas mais importantes do mundo.

  • A “Ala Oeste” concentrará a biodiversidade dos ambientes de água doce do Brasil: Pantanal, Bonito e Bacia do Paraná. Um tanque de mergulho, dotado de infra-estrutura adequada para aulas práticas, também será disposto nesta ala.

  • Na “Ala Central”, concluindo o percurso expositivo, fica o tanque principal – “Amazônia Azul”, que convidará os visitantes a um mergulho nas águas do Atlântico Sul por meio de túneis e de grandes visores de acrílico.

O Oceanário contará com locais para recreação, biblioteca, cinema IMAX-3D, salas de aula e laboratórios destinados à Educação Ambiental. Bares, cafés, lojas e restaurantes comporão espaços de convivência e descanso integrados às demais atrações.



Ficha Técnica


  • Arquitetura: Dal Pian ArquitetosAutores: Lilian Dal Pian e Renato Dal Pian

  • Colaboradores: Oliver Scheepmaker, Carol Portugal, Raquel Rodorigo, Paula da Cruz Silva, Ricardo Cristoffani, Leonardo Gomes, Tibério Cruz, Filomena Piscoletta

  • Coordenação Projetos Técnicos: Terramare consultoria, Projeto e Construção de Aquários

  • Coordenação Técnica: Hugo Gallo Neto e Henrique Luís de AlmeidaApoio Técnico: Gustavo Fresteiro Mendonça

  • Engenharia: Alena Engenharia/ Maurício Brun Bucker e Jorge Hideki Katsutani

Realização


  • FURG - Universidade Federal do Rio Grande

  • Coordenador Geral: Prof. Dr. João Carlos Brahm Cousin

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Fortaleza ganhando com a COPA 2014


Realizou-se na 8a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, a última sessão do "workshop" Fortaleza ganhando com a COPA 2014, uma atividade relacionada ao tema geral Ecos Urbanos, em pauta nesta Bienal. O grupo que reuniu estudiosos, ligados a USP e UFC e outros profissionais arquitetos, em sessões de intenso debate sobre os impactos urbanos das ações, projetos e obras que irão preparar a cidade para os visitantes que esta receberá durante os jogos internacionais.


Foram enfocados, durante os 4 dias de trabalho, questões afeitas aos seguintes subtemas: mobilidade urbana, usos urbanos, águas urbanas e ecologia urbana. A grande conclusão deste debate é que o grande elemento diferencial de Fortaleza, não são suas praias, seu patrimonio, sua vida noturna ou sua gastronomia, mas sim o Parque do Cocó, esta megareserva ambiental encravada no "cuore" do muncípio, a meio caminho das novas direções de desenvolvimento urbano.

Os trabalhos foram coordenados pela Profa Dra Heliana Comim Vargas e pelo Prof. Paulo Pelegrino, ambos da do LABVERDE/ FAUUSP, sob orientação do Prof. Wilson Jorge. Participaram também o Professor Bruno Roberto Pandovano, o Arquiteto Paisagista Newton Becker, os Professores Lucila Naiza Novaes, Romeu Duarte e José Sales, do DAUUFC, além dos Professores Ignácio Montenegro, Ricardo Paiva e Gastão Sales, todos eles ligados ao Programa DINTER/ Doutorado Interinstiucional FAUUSP/ DAUUFC. E contou ainda com a presença dos Secretários de Estado das Cidades Joaquim Cartaxo, dos Esportes Feruccio Petri Feitosa e do Adjunto Turismo Osterne Feitosa, do Estado do Ceará.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Fórum de Turismo e Cultura do Cariri


Está sendo , hoje, no Auditório do Centro Cultural do Araripe a reunião do Fórum de Turismo e Cultura do Cariri. O Fórum é de extrema importância para o desenvolvimento do turismo e a cultura da região do Cariri.


A programação seguirá os seguintes tópicos:* Posse do Conselho Municipal da Cultura do Crato-Ce* Apresentação do Projeto Audiovisual de Educação Ambiental-Chapada do Araripe- de autoria de Jéferson Albuquerque* Reprogramação para o Estudo de roteiros Turísticos Culturais do Cariri* Agenda para elaboração do Planejamento Estratégico do Fórum* Lançamento da Eleição da Diretoria do Fórum para o biênio 2010-2011O Fórum tem parceria com o SEBRAE-CE e o Ministério do Turismo e apoio do Governo do Crato, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude.


F0nte: Blog do Crato

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Livre Mercado: Egidio Serpa

Quando o caririense de Crato e Juazeiro do Norte já vestia roupa nova para passear, sexta-feira, 27, no primeiro metrô do Ceará, o Ministério Público do Estado entrou na Justiça pedindo que se parem os trens. Os promotores querem que, antes de entrar nos trilhos, o Metrô do Cariri entre na Lei, cumprindo o Código Nacional do Trânsito, que manda sinalizar - vertical e horizontal mente - toda a linha permanente entre as estações de Crato e Juazeiro.

Inovação: a pressão da sociedade

Por legítima pressão da sociedade, a Secretaria de Ciência e Tecnologia (SC&T)decidiu, com dois anos de atraso, dar vida ao Fundo de Inovação Tecnológica do Ceará (FIT). Neste momento, a melhor inteligência da Funcap, órgão da SC&T que administra o FIT, trabalha na elaboração do primeiro edital do fundo, que contemplará projetos de inovação de 16 atividades econômicas, inclusive a agropecuária. O edital estabelecerá os critérios - e serão muitos - que condicionarão a análise e a aprovação dos projetos e a liberação dos respectivos recursos.

Um dos critérios será a fundamentação científica do projeto; outro, a sua capacidade de aumentar a competitividade da empresa; outro mais será a perspectiva comercial (a ampliação do mercado) da empresa. Se a empresa for de grande porte, a contrapartida será de 100% do valor liberado. Se for pequena, será de 20%. O FIT deve ser entendido, tanto pelas autoridades do Governo quanto pelas empresas que dele se beneficiarão, como um instrumento de estratégia de desenvolvimento.

Para os dois lados do balcão. Assim, será boa e oportuna a providência dos gestores do FIT - e se essa providência for adotada - a busca por novas fontes que alarguem os recursos do fundo. O Ministério de Ciência e Tecnologia, por meio do Finep, o Banco do Nordeste e o Sebrae têm dinheiro específico para investir em iniciativas como a do FIT. Então, ao serviço!

Fonte: Coluna Egidio Serpa/ Diário do Nordeste

terça-feira, 24 de novembro de 2009

MPE pede adiamento da operação do Metro Cariri


O MPE/ Ministério Público do Estado do Ceará, através dos Promotores de Justiça do Crato e de Juazeiro do Norte, Elder Ximenes e Alexandra Magda Monteiro, ingressaram com uma Ação Civil Pública (ACP) com tutela antecipatória em caráter de urgência, já distribuída para o juiz da 3ª Vara de Juazeiro, Gúcio Carvalho Coelho, solicitando a suspensão da inauguração do Metrô do Cariri. Eles também querem suspender a circulação dos trens. A entrega da obra estava prevista para a próxima sexta-feira, com a presença do Governador do Estado. Não existe nenhuma sinalização obrigatoria de transito e segurança no trajeto ferroviário a ser utilizado pelas composições ferroviárias do chamado Metro Cariri.

Fonte Caderno Regional/ Diário do Nordeste.

domingo, 22 de novembro de 2009

Plano de Gestão do Geopark Araripe


A URCA/ Universidade Regional do Cariri pretende iniciar ainda neste ano corrente de 2009, a realização do Plano de Gestão do Geopark Ararripe conforme recomendações da UNESCO, indicadas quando da aprovação da proposta - Application Dossier for Nomination Araripe Geopark, State of Ceará, Brazil - de consolidar na Bacia Sedimentar do Araripe, um Geopark, componente da Rede Global de Geoparks Nacionais, ainda em Outubro/ 2006, quando da Gestão André Herzog.


Foi criada recentemente uma Comisão Gestora do Geopark Araripe composta do Professores José Patricio Melo, Idalécio de Freitas e Zuleide Queiroz, que tem a participação de outros professores da própria URCA: Iara Araújo, Raimunda Aparecida e outros. Como colaboradores estão os Profesores José Sales/ UFC e Carolina Gondim Rocha/ UNIFOR, além das Arquitetas Thais Callou de Holanda e Ana Fernandes, através da participação da Ibi Tupi Projetos e Consultoria. A Secretaria Adjunta SCT Teresa Lenice Mota acompanhará atentamente a realização dos trabalhos que contará com oficinas de participação em todos os municipios onde partes do Geopark Araripe se consolidarão: Santana do Cariri, Nova Olinda, Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Missão Velha.

Imagem da chegada da chuva no Pontal de Santa Cruz, em Santana do Cariri. Fotografia de Daniel Roman. Arquivo de Imagens Ibi Tupi.

Memória do Dnocs ameaçada pela falta de conservação


No ano em que se comemora o centenário do DNOCS/ Departamento Nacional de Obras Contra as Secas , as condições em que se encontra guardada a documentação oficial do órgão ameaçam a preservação e a própria existência da memória do Dnocs. Documentação que registra as ações da primeira instituição pública a se voltar para as questões do semiárido, com um legado que vai muito além de açudes e barragens, mas que pode estar fadado ao desaparecimento.


Ao longo de sua atuação, o registro de tudo o que foi feito pelo Dnocs pode ser encontrado em diferentes tipos de papel: o papel-manteiga para o desenho de mapas e plantas baixas; o papel jornal em que se encontram materiais de publicações sobre as ações do órgão; e mesmo o papel ofício, que de branco passou para amarelado, para o registro de relatórios, descrições do andamento de obras e outras tantas informações. O paradoxo é que este suporte da memória de tempos e homens é igualmente frágil e sujeito à ação do tempo e do ambiente, ainda mais se não for devidamente preservado.


Algumas caixas com documentos encontram-se no chão. Em outros é possível observar teias de aranha e mofo. No fundo do galpão, uma estante acumula mapas sem qualquer organização. Alguns estavam amassados e outros, com rasgos. A iluminação interna é precária e a fiação elétrica, com remendos de fita isolante, corre abaixo do teto, ao lado dos ventiladores. Há fezes de morcego em cima da hemeroteca, que mostram sinais de ferrugem.


Há dois anos, a maior parte do acervo foi transferida da Coordenação Estadual do Ceará (Cest), na Praia de Iracema, para um galpão no Bairro Pici, que antes servia para o conserto dos caminhões do órgão. O galpão é de tijolo com cimento aparente e coberto com uma telha de amianto, o que provoca uma intensa sensação de calor dentro do prédio. Ao lado da entrada, nove extintores de incêndio estão amontoados e cobertos com poeira. Apesar do funcionário responsável pelo galpão garantir que a troca é feita dentro dos prazos, o fato dos extintores estarem concentrados em um só lugar do galpão pode tornar inviável salvar o acervo e controlar o fogo num caso de incêndio.


Na visita ao acervo, na última quarta-feira, a reportagem do Diário do Nordeste foi acompanhada por Wilson Vieira, funcionário público do Dnocs há 35 anos. Originalmente, sua função era de agente de cinematografia e microfilmagem, mas passou a trabalhar com o acervo de papel depois que o setor onde trabalhava foi extinto. "Tínhamos o setor de microfilmagem mais moderno do Nordeste, funcionava desde 1975. Mas tudo é falta de verba, em 2000 acabaram de uma hora para outra", recorda. A história e os problemas do acervo se confundem com a trajetória do Dnocs, marcada pelos recursos minguados e as iniciativas iniciadas, mas mantida com dificuldade.


Depois disso, ele fez um curso de arquivista e foi trabalhar com o acervo de papel. Segundo Wilson, o local indicado para abrigar este tipo de acervo deve ter controle de umidade e iluminação, móveis adequados para proteger os documentos, além de pessoal qualificado para manipular o material. "O problema é que não tem condição de uma pessoa trabalhar aqui. Fazemos o possível, conseguimos estas estantes para colocar a documentação, mas está muito longe do ideal. É muito triste ver o acervo do jeito que está", lamenta Wilson.


Antes da reportagem deixar o local, um engenheiro da área de manutenção de perímetros irrigados esteve no acervo à procura de um documento técnico. Uma lâmpada de parede colada a um pedaço de madeira e alimentada por uma extensão doméstica fazia as vezes de lanterna para o funcionário do almoxarifado, que iluminava entre as estantes para auxiliar na busca do documento. Na saída, um funcionário do almoxarifado comentou que a procura por documentos era diária. "Mas tem um funcionário que sabe onde fica tudo, nem sei como, mas sabe. Só não sei como vai ser quando ele se aposentar". Paradoxos do inscrever e do apagar.


Fonte Diário do Nordeste. Fotografia de José Leomar.

sábado, 21 de novembro de 2009

Desenvolvimento do Turismo no Ceará


Debate realizado no fim desta tarde de 6a feira, 20/11, em dos grandes auditórios da UNIFOR, sobre Planejamento do Turismo e Medidas de Controle Ambiental. como uma das atividades da SEMANAU/ Semana de Arquitetura e Urbanismo, este ano uma realização conjunta do alunos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo da UNIFOR/ UFC/ FANOR reuniu o Secretário do Turismo do Ceará Bismarck Maia e Promotora do Ministério Público Estadual Sheila Pitombeira.

Em auditório lotadissimo, do início ao fim da sessão e participação intensiva dos debatedores e alunos presentes dos 3 cursos, com a mediação do Professor José Sales, se discorreu, durante 3 horas inteiras sobre a complexidade do turismo no Estado do Ceará que incluem questões afeitas:


  • A implantação de grandes hoteis e resorts no litoral cearense como Aquiraz Riviera, Resorts Vila Galé Cumbuco e Fazenda Canoe/ Fortim;

  • Ao novo Pavilhão de Feiras e Eventos, um dos maiores do Brasil, em consolidação, na Av. Washignton Soares e Convenções, sua localização, modelagem e dimensões e a preservação do Parque Estadual do Cocó, além dos impactos sobre o desenvolvimento urbano;

  • Ao Acquario do Ceará, na Praia de Iracema, s requisitos de seu programa e modelagem e a forma como foi contratado e realizado o projeto;

  • A Canoa Quebrada e Jericoacoara, vilas litoraneas de pescadores que se transformaram em dois destinos do turismo internacional em nosso Estado;

  • Ao saneamento ambiental do Porto das Dunas/ Beach Park, onde se localiza o Parque Aquático Beazh Park e seus mais de 1 milhão de visitantes anuais e esta situação de segundo parque hoteleiro do Estado;

  • Ao saneamento da Vila do Cumbuco;

  • A prática do turismo de esportes radicais e os principais sites do Estado - Praia do Titanzinho para surf, Cumbuco, Lagamar do Caiuipe e Taiba para kite surf, Parque dos Monolitos de Quixadá para voos de asa delta;

  • A transformação da Vila do Cumbuco, de forma geometricamente crescente, em uma colonia de noruegueses, dinamarqueses, filandeses e outros povos que adotaram esta situação como seu local de segunda residencia e os impactos sobre a população nativa local;

  • Ao futuro Aeroporto de Canoa Quebrada/ Aracati, em fase final de implantação;

  • Ao futuro Aeroporto Internacional de Jericioacoara, em inicio de obras;

  • A ampliação do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza;

  • A integração das comunidades litoraneas com visão de futuro do Turismo no Ceará;

  • Ao Programa Pousadas de Charme;

  • Aos novos Planos de Turismo Sustentável do Maciço de Baturité e Serra da Ibiapaba;
    A COPA 2014, os impactos sobre o turismo em Fortaleza e os impasses do parque hoteleiro local que demanda medidas de modernização;

  • As medidas de contraponto ao nefasto turismo predatório e a superação do turismo sexual.

Estão de parabéns os Centros Academicos dos Cursos de Arquitetura e Urbanismo da UNIFOR/ UFC/ FANOR e organizadores da SEMANAU, que mostraram a todos e notadamente às direções de seus proprios cursos e Universidade como deve ser feita a integração de interesses dos estudantes de Arquitetura e Urbanismo no Estado do Ceará, com atividade com esta diretriz de trabalho, a semelhança do foi também realizado no Projeto Mambembe, da FNEA/ Federação Nacioanal dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo/ Ceará e Rio Grande do Norte.


Imagem de Canoa Quebrada, de anterior vila de pescadores de pesca artesanal a "point internacional" com mais de 50 pousadas de charme, pequenos hotéis e um conjunto impressionante de restaurantes internacionais, durante o Festival Internacional de Cinema de Canoa Quebrada. Arquivo de imagens Ibi Tupi.