segunda-feira, 23 de março de 2009
Mostra Nacional de Desenvolvimento Regional
Serão quatro frentes de atuação: divulgação de iniciativas de desenvolvimento territorial em curso; formação e aprendizagem compartilhada em torno do desenvolvimento regional, articulação para constituir parcerias e elos de rede que impulsionem o desenvolvimento com base territorial; e o fortalecimento de uma agenda estratégica tendo o desenvolvimento regional como estratégia de inclusão e transformação social.
A programação do evento inclui palestras, painéis temáticos, apresentações e debates de experiências concretas de cada Estado participante, além de promoção de oficinas e mini-cursos. Destaque especial para a exposição de produtos sustentáveis, projetos inovadores, atividades culturais e ambientes de aprendizagem coletiva.Além das palestras, debates e painéis técnicos, a Mostra Nacional de Desenvolvimento Regional abrirá espaço para a divulgação dos produtos apoiados pelos programas do Ministério da Integração Nacional, de suas vinculadas e parceiros.
O objetivo é dar visibilidade aos resultados das ações de desenvolvimento regional em curso no País, voltadas para a redução das desigualdades regionais e para o incentivo à dinamização das potencialidades de desenvolvimento das regiões brasileiras.Além da exposição de produtos que representam as vocações produtivas dos espaços prioritários da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), o evento destinará espaços e momentos para a realização de rodadas de negócios entre os participantes. A expectativa é gerar oportunidades comerciais importantes para os produtores envolvidos.
Matéria do Jornal Diário do Nordeste.
Região do Araripe na Mostra Nacional

Um espaço privilegiado durante a I Mostra Nacional de Desenvolvimento Regional será dedicado ao Projeto Geopark Araripe, no Centro de Convenções a Bahia. Um espaço de mais de 100 metros quadrados, com o mesmo design e curadoria de Exposições anteriores, já realizadas na Alemanha, na ExpoCrato e no Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar, proposto pelos organizadores está sendo organizado e será aberta amanhã, permanecendo até o próximo dia 27. O espaço deverá receber a visita do presidente Lula, que abrirá a Mostra Nacional, nesta terça-feira, a partir das 10 horas.
domingo, 22 de março de 2009
Festa dos 165 anos de Padre Cícero
Uma semana dedicada aos 165 anos do Padre Cícero foi iniciada no dia 18 em Juazeiro do Norte. A solenidade de abertura foi no Memorial Padre Cícero, com a abertura da V Expocícero, uma exposição sobre a vida do patriarca dos nordestinos. Serão realizadas apresentações culturais com grupos de tradição popular, Banda Municipal Padre Cícero, além da feira do artesanato, que iniciada na Praça do Socorro.
O secretário de Turismo e Romaria de Juazeiro do Norte, José Carlos dos Santos, anunciou a programação, feita em parceria com outras secretarias, como a Cultura. O aniversário do sacerdote é no dia 24 de março, mas até lá vários eventos serão realizados. A expectativa da administração é ver um grande número de fiéis e admiradores do religioso participando desses eventos. Reprodução de foto de época do Padre Cícero por Francisco Demontier/ 2006.
sábado, 21 de março de 2009
Nova exposição sobre o Geopark Araripe
sexta-feira, 20 de março de 2009
Indios felizes com a demarcação

quinta-feira, 19 de março de 2009
Chuvas são maiores em 2009

quarta-feira, 18 de março de 2009
Acervo histórico: Biblioteca Padre Cícero

Hoje, às 19 horas, será aberta oficialmente a Semana comemorativa do seu aniversário, no Memorial Padre Cícero, que conta, no desfecho das comemorações, com um bolo gigante, feito pela comunidade e colaboradores. A grande novidade será a abertura, para visitação pública, da biblioteca que pertenceu ao “Patriarca de Juazeiro”, formada por 600 livros, dois deles catalogados recentemente.
São conhecimentos diversos, idiomas diferentes, mas a religiosidade, o profundo conhecimento místico do Padre Cícero se evidencia por meio da leitura que praticava. É o que indica coleções de bíblias, livros sobre teologia, orações. O material está em poder dos padres salesianos, no Museu São José, localizado na rua do mesmo nome, em casa de morada do Padre Cícero.Acervo preservadoSão quatro estantes de madeira, numa das salas do velho casarão, todas com o material que não pode ser tocado, a não ser pelos profissionais e estudantes que estão iniciando um trabalho de digitalização do material e de preservação, há cerca de um ano.
A Semana do Padre Cícero começa com a V Expocícero, uma exposição com artigos religiosos voltados para o sacerdote, fotografias e objetos pertencentes ao padre. Apresentações culturais e uma feira de artesanato fazem parte do início dos trabalhos que continuam até o dia do aniversário, próximo 24 de março.
No segundo dia, o padre José Venturelli levará ao público as novidades sobre a biblioteca, juntamente com a coordenadora dos trabalhos, a estudante de Biblioteconomia, Deusimária Dantas, que vem desenvolvendo o trabalho de digitalização e preservação do material, numa atividade que envolve 35 voluntários. A palestra sobre o assunto será no auditório do Memorial, às 19 horas.
São 600 livros que integram o acervo pertencente ao Padre Cícero, guardados no Museu São José. Reportagem e fotografia de Elizângela Santos para o Caderno Regional do Diário do Nordeste.
terça-feira, 17 de março de 2009
O Caldeirão de Santa Cruz do Deserto
Em 1936, sem a proteção de Padre Cícero, que falecera em 1934, a fazenda foi invadida, destruída, e os sertanejos divididos, ressurgindo novamente pela mata em uma nova comunidade, a qual em 11 de maio foi invadida novamente.
Foi a primeira ação de extermínio do Exército Brasileiro e Polícia Militar do Ceará. Os familiares e descendentes dos mortos nunca localizaram corpos, pois o Exército Brasileiro e a Polícia Militar do Ceará não informaram o local da vala coletiva na qual os seguidores do beato José Lourenço foram enterrados.Presume-se que a vala coletiva está na Mata dos Cavalos, na Serra do Cruzeiro.
Será iniciada licitação do Parque Histórico do Caldeirão de Santa Cruz do Deserto
A primeira parcela para investimento na obra já foi liberada pelo Governo do Estado.O local passará a ter uma nova visibilidade com o projeto de revitalização. O objetivo, segundo Danielle, é fornecer uma estrutura com atrativos culturais, turísticos e históricos, com aproveitamento racional do potencial do espaço, trazendo como elemento a memória histórica da experiência vivenciada pela comunidade na época. “É o resgate não só material, mas imaterial também”, disse.
Dentro das metas estruturais do projeto, consta a reconstrução da casa do beato José Lourenço, resgatando o modelo original, restauração completa da Capela de Santo Inácio, com altares, santos e mobiliários, restauração completa do cruzeiro, das fundações e identificação dos cemitérios e dos túmulos dos jesuítas.
Também está incluído no projeto melhoria dos acessos aos caldeirões, fendas abertas nas pedras, que deram origem ao nome do sítio. Eram responsáveis pelo abastecimento d’água da comunidade. Faz parte do projeto, a construção de estrada e espaço para estacionamento, Açude do Caldeirão, restauração das ruínas do engenho, banheiros e uma casa para morador.
Será erguido o “Memorial da Religiosidade dos Povos do Nordeste”, incluindo o próprio Caldeirão, Canudos, Pedra Bonita, Pau de Colher, entre outros. Uma sala-auditório está prevista no projeto para palestras, aulas, exibição de filmes e exposições, espaço de recepção aos visitantes e uma pequena loja de souvenir.
segunda-feira, 16 de março de 2009
PDM Crato indicará áreas de maior restrição construtiva
domingo, 15 de março de 2009
Romeiros terão Centro de Multiuso
Passa a ser chamado Centro Multiuso e vai abrigar equipamentos de diferentes áreas. Dentre eles, uma escola de design e um Centro de Inovação Tecnológica - para atender à indústria calçadista -, a Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), um Museu de Arte Sacra Popular e um anfiteatro. Também serão instaladas as barracas que dividem, nas épocas de romaria, o espaço das estreitas ruas de Juazeiro com pessoas e veículos.
A obra, que antes estava sob a responsabilidade da Prefeitura de Juazeiro do Norte, passou para o Governo do Estado no fim do ano passado. Agora, é a Secretaria das Cidades que vai dar continuidade à construção, incluída no projeto Cidades do Ceará. O investimento será de cerca de R$ 10 milhões, de acordo com a Secretaria.
O titular da pasta, Joaquim Cartaxo, diz que a fase agora é de conclusão dos projetos, já que muitos deles foram modificados. Até junho, deverá ser assinada a ordem de serviço para que sejam reiniciadas as obras, garante ele. De acordo com Joaquim Cartaxo, o anfiteatro receberá grandes celebrações religiosas. Abaixo das arquibancadas, haverá um centro administrativo da Prefeitura de Juazeiro
Reportagem de Daniela Nogueira, enviada especial pelo Jornal O POVO. Reprodução unicamente para divulgação. Direitos autorais preservados.
sábado, 14 de março de 2009
Plano de Arborização Urbana do Crato
quinta-feira, 12 de março de 2009
A origem do conceito Geopark
Desde então, surgiram diversas iniciativas internacionais para o reconhecimento de sítios do interesse científico. A Unesco, por meio da Divisão de Ciências da Terra, lançou o “Geoparks Program Unesco”, como forma de valorizar e proteger sítios que podem ser testemunhas chave da história do planeta. A iniciativa foi adotada em conjunto com a União Internacional de Ciências Geolológicas, o Centro de Herança Mundial, Homem e a Biosfera e Programa Mundial de Reservas da Biosfera.
Texto da Apresentação da publicação Geopark Araripe elaborado pelo Professor/ Arquiteto José Sales. Revisão da Jornalista Veronica Prado. Direitos autorais registrados.
Geopark será destaque em Mostra de Desenvolvimento Regional

O Geopark Araripe, que compreende noves monumentos naturais protegidos está localizado em seis municípios na região do Cariri, sendo o primeiro Geopark chancelado pela Unesco nas Américas. O conceito do Geopark Araripe está baseado no estabelecimento de uma rede de Unidades de Conservação da Natureza que se estendem por uma área de mais de 5 mil km².Geopark é um novo conceito em turismo de natureza.
Com selo de qualidade da Rede Global de Geoparks Nacionais - Global Geopark Network - este conceito agrega monumentos geológicos, paleontológicos e arqueológicos, chamados de geotopes. Hoje, a rede conta com 57 Geoparks nacionais em 18 países: Austrália, Áustria, Brasil, China, Croácia, República Checa, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Irã, Malásia, Noruega, Portugal, Romênia, Espanha e Reino Unido.
Lixão do Juazeiro dará lugar a área de bosque
Segundo o documento assinado no MP, questões como a vigilância 24 horas para a não entrada de crianças e adolescentes, a presença de um guarda municipal, cadastramento dos catadores e de suas famílias, apoio para formação de uma cooperativa, fornecimento de Equipamento de Proteção Individual (EPI), condições assumidas pela Prefeitura, não foram cumpridas. A ambiental também ficou no papel.
O projeto de melhoria ainda inclui o trabalho de reflorestamento, melhoria da segurança, construção de um galpão de triagem do lixo, EPIs para os catadores. Dentro do projeto, está incluído um trabalho social com criação de uma cooperativa dos catadores e recicladores de lixo.
Reportagem da Jornalista Elizangela Santos para o jornal Diário do Nordeste, com data de hoje. Reprodução unicamente para divulgação. Direitos autorais reservados.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Levantamentos e Estudos Técnicos do Geopark
terça-feira, 10 de março de 2009
Arborização urbana do Crato
domingo, 8 de março de 2009
Titus Riedl e a expressão popular do Cariri
Mostra do Imaginário Popular

São artistas pouco divulgados, mas que agora têm um olhar lançado sobre a arte determinantemente de uma região que envolve um contexto amplo de criatividade artística. Durante a exposição, a homenagem especial é voltada para o príncipe Ribamar da Beira Fresca. Um visionário, considerado louco, ou um louco visionário. José Gomes Menezes se intitulou dessa maneira, poético como ele. Já teve sua forma de ver o mundo descrita pelo ator juazeirense, José Wilker.
Titus Riedl, professor e pesquisador, um dos organizadores da exposição, diz que a meta é levar ao público, até abril, um trabalho de artistas que estão fora da rota do mercado, em que outros artistas da região já estão inseridos. São flandeiros, uma arte quase em extinção na região, e os xilógrafos de Juazeiro que ganham espaço. Um espaço de anjos, floristas, escultores. O Mateu, um personagem do reisado, é uma presença importante e imponente diante da alegria que transmite.
Uma festa tradicional em Juazeiro e que ainda sobrevive ao tempo. Nas áreas das periferias da cidade há quem resgate a tradição de render a fé a São Lázaro, protetor dos cães. São servidas refeições, num grande festejo, a esses animais. Todos se servem num grande banquete preparado especificamente para os mais abandonados. São os vira-latas que têm vez principalmente. Ao meio-dia o almoço é servido, não só para os cães, mas gente também faz parte da comilança.
O personagem de Príncipe apaixonado por Gioconda, de Da Vinci, rodou as ruas de Juazeiro à espera de sua amada, que iria atravessar o Atlântico. Construiu o aeroporto, firmou tratado de paz, com projetos infindáveis, fez nascer das suas imaginações esquizofrênica fábricas de desentortar bananas ou até de fumaça. O homem, de profissão carpinteiro, surtou após a perda da irmã e da mãe. Bem vestido como ele só, o ar solene, e a foto da amada, o noivo prometia a chegada do amor à sua terra. Sempre brincavam com ele, era motivo de risos e chacotas.
De tanto atormentarem e cobrarem a chegada da noiva Gioconda, sempre levada nas mãos, para mostrar ao público a cara de sua futura esposa, o Príncipe Ribamar, sempre altivo, com sua pasta cheia de projetos e diplomas, cartas imaginárias e dinheiro falso, decidiu que ela não viria mais de navio. Uma viagem demorada demais. Seria mesmo de avião.
Dia Internacional da Mulher
sábado, 7 de março de 2009
Centenário de Maria Bonita ²
Centenário de Maria Bonita

Açudes já sangram no Ceará

quinta-feira, 5 de março de 2009
Novo decurião se reúne com penitentes, em Barbalha
Mesmo debaixo de chuva, os penitentes cumpriram o ritual de rezar um terço no dia do aniversário de Joaquim Mulato, que completaria, terça-feira, 89 anos de idade, 70 dos quais dedicados à ordem do penitente. O ritual foi realizado na sala da frente da casa onde morou Mulato, no Sítio Cabeceiras, a 5km de Barbalha.
A voz forte de Severino ecoa dentro da pequena sala enfeitada de santos, entre os quais as imagens do Padre Cícero e de Frei Damião, que ainda não foram canonizados. Os benditos medievais são respondidos pelo restante do grupo. Em seguida, é iniciado o terço intercalado por outros benditos.Ainda sobre o impacto emocional da morte de Joaquim Mulato, os penitentes assumem solenemente o compromisso de dar continuidade às penitências. Antônio de Amélia, conhecido por “Sitônio”, lamenta o desaparecimento de uma cartilha que era utilizada pelo decurião para orientar os rituais.
Sem a cartilha, o grupo fica na dependência de Severino que sabe todos os benditos decorados. “Quando Severino, que está com 84 anos de idade, morrer, eu não sei como vai ser”, adverte Sitônio.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Preservação e lucro: ICMS Sócio Ambiental
terça-feira, 3 de março de 2009
Ave Patativa

Amazônia: Desmatamento caiu nos últimos meses
O levantamento, feito pelo INPE/ Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e será divulgada oficialmente nesta terça-feira (3). Normalmente, a divulgação dos números do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter) é mensal, mas por causa do aumento das chuvas na região amazônica nos últimos meses do ano, que dificulta a visualização dos satélites, o Inpe preferiu agrupar os dados do trimestre no mesmo levantamento.
Minc não comentou o percentual de redução, mas lembrou que nos oito meses anteriores a novembro de 2008, o desmatamento caiu cerca de 40% em relação a 2007. O ministro atribuiu a queda na derrubada da floresta ao aumento das ações da Polícia Federal e do IBAMA/ Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis no combate e fiscalização, à restrição de crédito a fazendeiros com irregularidades ambientais e a mudanças no decreto que regula a Lei de Crimes Ambientais.
Na avaliação do Minc, a redução do desmatamento ainda não reflete possíveis impactos da crise financeira internacional. “Os especialistas dizem que quando cai o preço das commodities, o reflexo maior acontece seis meses ou oito meses adiante. Um agente econômico mobiliza terra, gente, máquina, caminhão; ele não fica o tempo todo olhando para a Bolsa. Como a crise começou em outubro, os efeitos maiores dela em novas demandas vão se verificar provavelmente em abril, maio, caso isso continue ”, comentou.
Informações da Agência Brasil
domingo, 1 de março de 2009
Patativa do Assaré: 100 anos
- Patativa do Assaré: Homem.
Patativa completaria 100 anos, no próximo dia 05 de março. Um poeta generoso, ligado à sua terra e à sua gente, ficou na memória do Brasil. No Senado Federal tramita proposição transformar 2009, no Ano Nacional Patativa do Assaré.
- Patativa do Assaré: Filosófo.
O poesta cerense edificou as bases de uma teia filosófica para o homem sertanejo, dono de virtudes que incluiam verdade e justiça.
- Patativa do Assaré: Camponês.
O campo foi o espaço da criação de Patativa. Enquanto cuidava do roçado, matutava sua composição poética. O sertão era o Olimpo. No roçado, domando a terra, o agricultor manejava as palavrs até conquistar os versos.
- Patativa do Assaré: Escritor.
Patativa deixou vários livros publicados. E apesar do registro escrito cantou seus versos com a oralidade que o fez único na poesia popular brasileira. O livro mais famoso foi lançado em 1979 pela Editora Vozes. O Sociólogo e Professor Plácido Cidade Nuvens, atual Reitor da URCA, foi o responsável por intermediar os manuscrios junto aos editores. "Cante lá que eu canto cá" está em sua 14a edição.
- Patativa do Assaré: Poeta.
Patativa viveu para a poesia. Cantou para os simples e para os poderosos. Tornou-se um ícone de um sentimento de nordestinidade. O Premio do Ministério da Cultura categoria Cultura Popular foi entregue a Patativa em 1995, pelo Ministro Francisco, durante o Governo Fernando Henrique Cardoso.
Vale a pena conferir.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Centenário do Poeta Patativa do Assaré

Na SECULT/ Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, se programa durante todo o ano corrente de 2009, um alentado calendário de eventos, grande parte dos mesmos organizada pelo Governo do Estado, para lembrar este acontecimento maior, que é a data de nascimento do poeta e sua extensa obra.
Na URCA/ Universidade Regional do Cariri, sob a batuta do Reitor Plácido Cidade Nuvens, está em gestação uma exposição sobre a vida, a obra e o significado cultural de sua poesia, para a Cultura Popular, a aberta em Julho próximo na ExpoCrato e depois fazer o circuito por alguns centro culturais, na região. E no Senado Federal tramita projeto de lei, propondo a instituição de 2009, como o Ano Nacional Patativa do Assaré.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Geopark Araripe será prioridade
Adianta que até junho saem os editais de licitação de outras obras. Entre elas destaca a recuperação ambiental da costa do seminário do Crato que vai melhorar as condições urbanas da cidade, o anel viário de Juazeiro do Norte. Dentro das ações voltadas para o desenvolvimento econômico cita a construção do Centro de Inovação Tecnológica para o setor de calçados que terá laboratórios para testes de produtos.
BIRD aprova empréstimo para o Ceará ²
O diretor do Banco Mundial para o Brasil, Makhtar Diop, explica que o Ceará cresceu de modo desigual e não aproveitou importantes oportunidades de desenvolvimento nas áreas urbanas e rurais. “Este projeto ajudará o Estado a reativar esses potenciais incipientes”, afirmou.
Reportagem de Artumira Dutra no jornal O POVO, da data de hoje, 26 de fevereiro de 2009. Reprodução unicamente para divulgação. Dirietos autorais preservados.
BIRD aprova empréstimo para o Ceará
O projeto aprovado apoiará a estratégia estadual de integração regional desenvolvendo ações de infra-estrutura para solucionar importantes deficiências, proteger e restaurar o meio ambiente, e aperfeiçoar os serviços públicos para residentes locais e o turismo. Essas medidas abrangerão a infraestrutura de transporte, um aterro sanitário regional, aprimoramento da drenagem em áreas ambientalmente degradadas, modernização dos centros urbanos, assim como dos espaços públicos utilizados por romeiros, saneamento ambiental e melhorias nos parques urbanos.
Também vai apoiar o desenvolvimento econômico local com base em agrupamentos setoriais para facilitar inicialmente o crescimento dos segmentos de turismo e de calçados, incluindo o estabelecimento do Geoparque Araripe em um importante conjunto de sítios paleontológicos.
Outros agrupamentos setoriais serão identificados para receber apoio em uma segunda etapa. Outra ação será o fortalecimento institucional e administrativo regional para melhorar a coordenação e a colaboração entre os municípios do Cariri Central e o Governo estadual nas seguintes áreas: elaboração de uma estratégia para o meio ambiente regional.
Reportagem de Artumira Dutra no jornal O POVO, da data de hoje, 26 de fevereiro de 2009. Reprodução unicamente para divulgação. Dirietos autorais preservados.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Mestre de Cultura e Penitente Joaquim Mulato morre aos 89 anos
O penitente Joaquim Mulato de Sousa foi transformado em Mestre da Cultura em 2004. Joaquim Mulato de Sousa, natural de Barbalha, quando era “rapazim”, cerca de 12 anos, ouviu, numa noite de lua clara, vozes que cantavam o “ABC do Divino”. Ele achou bonito e perguntou à madrinha quem eram. A resposta foi de que se tratavam dos penitentes. Quando seu pai morreu, ele, com dezesseis anos, pediu licença ao decurião José Francisco da Silva, o Mestre Biro, para fazer parte da Ordem. Quando o velho já não estava mais sabendo cantar os bendidos, Joaquim assumiu o comando do grupo, que liderava até hoje.
Diagnóstico do Geopark Araripe
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Instituto Chico Mendes despejado em BSB
Como foi rejeitada na Comissão de Meio Ambiente da Câmara, em novembro passado, uma emenda parlamentar que possibilitaria investimentos de R$ 28 milhões em uma sede própria para o órgão e outras estruturas, fica a pergunta: agora, para onde irá o Instituto Chico Mendes? Reprodução de notícia do EcoJornal https://www.oeco.com.br/
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Protocolo de Kyoto incentiva novas tecnologias
Embora o acompanhamento de patentes não abarque toda a criação ou transferência de tecnologia, elas são um forte indicador desses fluxos. O resultado mostra que, após Kyoto, países signatários, como Japão e Alemanha, aceleraram as inovações na área, enquanto os que não aderiram, caso dos Estados Unidos e Austrália*, não exibiram diferença. Do lado dos emergentes, China, Coréia e Rússia surpreenderam com uma ótima performance. Os resultados do Brasil foram discretos.
O estudo abarcou patentes em 13 áreas relacionadas ao clima, sete classificadas em energia renovável (hidroelétrica, eólica, solar, biomassa, reaproveitamento de lixo, geotérmica e oceânica), além de destruição de metano, cimento ecológico, conservação de energia em edifícios, iluminação eficiente, injeção eletrônica e captura de carbono. No total, foram 273 mil patentes relacionadas a clima (cerca de 1% de todas as patentes) registradas em 76 países. As áreas que tiveram maior aceleração após Kyoto foram iluminação, lixo, eólica, biomassa e metano.
Três países concentram dois terços das inovações na área climática, medidas por patentes registradas. Disparado na frente vem o Japão, seguido por Estados Unidos e Alemanha. Sozinho, o Japão é líder em 12 dos 13 setores estudados e produz quatro vezes mais patentes, gerando 40,8% do total, contra 12,8% dos Estados Unidos e 12,7% da Alemanha. O quarto, quinto e sexto lugares pertencem à China, Coréia e Rússia com, respectivamente, 5,6%, 4,6% e 4,2% dos registros. O Brasil está em décimo, com apenas 1,1%. Perder para a gigantesca China ou para a vigorosa Coréia, vá lá. Mas levar uma goleada de um país conturbado como a Rússia deveria ser motivo para reflexão.
Reportagem do Jornalista Eduardo Perugier para o EcoJornal https://www.oeco.com.br/ Reprodução unicamente para divulgação. Diretos autorais reservados.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Alemanha usa o vento para gerar energia

"Esse é o primeiro dos seis projetos que iremos desenvolver até o final deste ano", diz o ministro dos Transportes, Obras e Planejamento Urbano, Wolfgang Tiefensee. "Nossa meta é a construção de 30 parques nos mares Báltico e do Norte, com C duas mil turbinas até 2020." Atualmente a energia eólica na Alemanha, somada a outras fontes "limpas" como, por exemplo, a solar, representa 15% do consumo energético do país. O objetivo é aumentar esse índice para 25% nos próximos 11 anos.
Os bons ventos da fonte eólica farão com que a Alemanha dependa menos de outros países nesse terreno. Hoje ela ainda importa energia da Polônia (23%), da África do Sul (22%) e da Rússia (20%). No setor de gás natural, a sua produção atende 20% da demanda interna para geração de eletricidade e o restante tem de ser importado da Rússia, Noruega e Holanda. A matriz de energia alemã é composta basicamente de usinas termelétricas de fontes não renováveis: carvão mineral (50%), urânio enriquecido (26%) e gás natural (11%). A geração anual de força está na casa dos 650 terawatts. A título de comparação, com maior território e população, a produção brasileira é menor, em torno de 400 terawatts por ano.
O Geopark Araripe

- Araripe Basin Action Regional Plan- Plano de Ordenamento e Estruturação do Geopark Araripe
- Caderno de Identidade Visual e Sinalização
- Projetos de Apropriação Urbanística e Paisagística dos Geotopes
- Plano de Gestão/ Período 2006/ 2009
- Projeto de Reforma e Ampliação do Museu de Paleontologia URCA
- Projeto de Reforma e Instalação do Escritório Sede/ Crato
- Ações de consolidação dos Geotopes Santana e outros
- Termos de Referencia para Instrução de Tombamento do Geotopes do Geopark Araripe
- Montagens dos sites http://www.geoparkararipe.org/ e http://geoparkararipe.blogspot.com/
- Exposição Araripe/ Centro Cultural Araripe/ Crato
- Exposições URCA/ Geopark Araripe e Fósseis de Santana do Cariri, no Market Place, em Osnabrück, na Alemanha
- Exposições URCA/ Geopark Araripe e Fósseis de Santana do Cariri, na ExpoCrato 2008
- Exposições URCA/ Geopark Araripe e Fósseis de Santana do Cariri, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza
- Publicações sobre o Geopark Araripe e Fósseis de Santana do Cariri
- Cartilha Geopark Araripe
Reflorestando à moda nativa
André Rivola, de tanto cavoucar seminários e palestras sobre recuperação de terrenos, acabou se convertendo ao apostolado de Ernst Götsch, o suíço que salvou da desertificação 500 hectares na Bahia, trocando as técnicas de replantio convencionais pelas fórmulas secretas da mata nativa, em sua excepcional experiencia da fazenda Fugidos da Terra Seca.
Götsch encontrou, ao chegar, 23 cursos d’água. Três eram permanentes. Só um continuava potável. “Agora tem 23 rios permanentes e potáveis na propriedade”, diz Rívola. O segredo é reconstituir na agricultura o “caos aparente” da natureza, onde as plantas menos competem do que cooperam umas com as outras.
Em outras palavras, misturando mudas de árvores diferentes e uma infantaria de espécies pioneiras, como mamona ou araçá, introduz-se no carrascal estéril dos morros esgotados o que Rívola chama de “moita sucessional”, uma espécie de floresta em maquete. Elas são plantadas em pequenas ilhas, com um metro de diâmetro, na mais perfeita desordem. E deixadas ao relento para cuidar de si mesmas.
Ele está convencido de que nem o capinzal mais agressivo penetra nessas ilhas, depois que elas vingam. Com o tempo, as árvores pioneiras crescem, sombreiam o solo e, aí, até a braquiária, com toda sua fama de indestrutível, começa a perder espaço para a mata que rebrota. Sozinhas, essas ilhas, espalhadas pelo campo a sete metros umas das outras, aos poucos se juntam.
“Está vendo?” Com essas palavras, afasta o capim desgrenhado, que mal deixa ver o fundo da trilha, e aponta ipês, gapuruvus, orelhas de macaco e imbaúbas. Parecem saudáveis e, sobretudo, convincentes. Algumas árvores até despontam com os primeiros talos por cima do capim. Estão lá há seis meses, sem capina nem rega. Ele calcula que, feito assim, o reflorestamento fique vinte vezes mais barato que o convencional. “Se os proprietários descobrirem que reflorestar pode ser tão fácil, vão tomar gosto pela coisa como eu tomei”, conclui Rívola. Como ele queria demonstrar.
Reportagem de Marcos Sá Correia, para o Ecojornal,http://www.oeco.com.br/. Reproduzida unicamente para divulgação. Direitos autorais preservados.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Fotógrafo Jackson Bantim
Rapadura Cultural
Delegação chinesa chega para visitar o Geopark Araripe
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Prefeitos do Ceará discutem Saneamento Básico
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Açudes armazenam 68,8% da capacidade
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Avança o PDM CRATO
Vários pontos são destacados nesta nova proposição:
- Substituição do conceito e nomenclatura de UV/ Unidade de Vizinhança em relação aos bairros do Crato;
- Reinclusão do conceito de corredor de comércio, serviços e indústria, destacando-se a Av. Tomás Osterne e CE 292/ Av. Padre Cícero;
- Definição de prioridades ao Sistema Viário Principal, que envolvem um novo conjunto de avenidas de ligação ou via troncais, tais como extensão da Av. José Marrocos, via Parque de Exposições, Eixo Regional de Integração Sul, Ligação CE 292 ao Eixo Regional de Integração Sul e outras;
- Localização de novos distritos industriais do Crato.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Amazonia versus boas intenções
Fiuza já virou pelo avesso a típica figura do traficante carioca, tirando-o do tiroteio nas favelas para um apartamento da Zona Sul em “Meu nome não é Johnny”. Agora, recruta nas melhores famílias da cidade os empresários João Augusto Fortes e Beatriz Saldanha para estrelar uma saga acreana nos seringais do Juruá, entre índios sedutores, viagens de canoa ou ayahuasca, pajés taumatúrgicos, intervenções miraculosas de São Raimundo Nonato em execuções sumárias e antropólogos que parecem formados na escola de Indiana Jones.
Parece mentira. Mas o fato é que João Augusto e Beatriz puseram de pé, nos anos 1990, um projeto visionário de salvar a floresta pela exportação de couro vegetal – uma liga artesanal de pano rústico com látex que, industrializada numa reserva extrativista com quase um milhão de hectares, saiu dos ombros de seringueiros no coração da selva para as vitrines da casa Hermès ao redor do mundo. Destinava-se a provar que a floresta é, em si, um grande negócio.
Enquanto deu certo, o produto foi parar em bolsas Hermès de quase dois mil euros. Quando deu errado, os artigos da linha Amazonia desbotaram nas mãos de consumidores japoneses e a firma cancelou abruptamente os pedidos, em 2002, temendo que o produto manchasse a reputação marca.
E os dois visionários do couro vegetal faliram no Rio de Janeiro. Beatriz Saldanha, a Bia da butique Cores Vivas em Ipanema, descobriu um dia, na boca do caixa, que não tinha mais sequer sua conta bancária. João Augusto, diretor da João Fortes Engenharia, que seu pai transformara num império da construção civil no Rio de Janeiro, foi morar numa casa de vila operária no bairro do Jardim Botânico. Mas isso é um resumo bruto das aventuras que eles viveram e, em parte, continuam vivendo.
Para chegar ao couro vegetal – ora como sócios, ora cada um por sua conta – eles entraram de cabeça nas grandes utopias que animaram o Brasil na década de 1980, com o país recém-saído do regime militar. Marcharam contra o desmatamento da Amazônia ao lado de Chico Mendes no calçadão do Leblon. Arrebanharam a multidão que abraçou a Lagoa Rodrigo de Freitas, uma inesquecível coreografia da força popular que deveria levar, mas não levou, o candidato Fernando Gabeira ao governo do estado. E trouxeram o Dalai Lama para a Eco-92. Foi há pouco tempo. Mas o Brasil daquela época parecia séculos mais jovem que o de hoje.
Tudo isso cabe na parte do livro que termina antes da página 30. A aventura propriamente dita vem depois, quando a dupla mergulha fundo na Amazônia, como personagens de um romance de Joseph Conrad procurando seus próprios limites nos confins da África. No caminho, percorrem fronteiras que parecem ficar muito além do Brasil – onde o Brasil, na prática, vai “mais ou menos até ali na Praia do Mu”, como esclarece, lá pelas tantas, o cacique Txai Macedo.No fim, onde o país aparece ao vivo e sem cores de urucum, o livro revela o jornalista, por trás do roteirista de cinema.
Aí se entende que os índios Yawananuá, por obra e graça do cacique Biraci, entregaram a um concorrente as encomendas pagas por Bia e João Augusto. Que o presidente do BNDES prometeu dar toda força ao projeto numa hora em que o banco já estava pronto para executar sua dívida. Ou que um marqueteiro promoveu o lançamento suntuoso do couro vegetal numa feira de Milão para vender, ao todo, seis peças. Em outras palavras, por que a realidade não deixa as boas intenções frutificarem na floresta amazônica.
Reportagem de Marcos Sá Correa, no ecojornal O ECO https://www.oeco.com.br. Reprodução unicamente para divulgação
Coluna CARIRI do Jornal O Povo
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Um modelo para o Vale do Cariús
No Vale do Cariús, a predação ambiental, que já tem mais de três séculos, resultou na extinção de toda a vegetação ciliar de suas margens e no assoreamento, em todo o seu trajeto. No roteiro de consolidação do Geopark Araripe este poderia ser um dos mais importantes capítulos a ser coordenado pela URCA/ Universidade Regional do Cariri.
A reconstrução ambiental de Carlinda

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Começou o inverno na Chapada do Araripe e Vale do Cariri
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Semi Árido: multiplicar ações
Para o evento estão sendo esperadas 360 pessoas das dioceses, Organizações Não-Governamentais e poder público. Conforme dom Benedito, a expectativa é que o seminário, a exemplo dos outros dois já realizados na Capital do Estado sobre o homem e a seca do Nordeste, renda bons frutos. Foi a partir desses encontros que começou-se a acreditar na possibilidade da convivência com o semi-árido.Em 1982, as discussões no I Seminário sobre o Homem e a Seca no Nordeste deixaram claro que a vida na região é viável, só faltando a decisão política para combater as dinâmicas da pobreza. Já em 1998, com o segundo seminário sobre o mesmo tema, já não se pensava prioritariamente em combater a seca, mas conviver com as características climáticas da região semi-árida.Segundo dom Benedito, o seminário vem sendo construído há cerca de um ano e uma das certezas a que se chegou é que há muitas ações e movimentos nessa discussão, mas falta organização para efetivar as propostas.
Matéria da Jornalista Erilene Firmino para o jornal Diário do Nordeste de hoje, 12 de fevereiro de 2009. Reprodução unicamente para divulgação. Direitos autorais preservados.
Semi Árido: Seminário discute sustentabilidade
A promoção é da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Regional Nordeste I, e pretende discutir as possibilidades de uma convivência positiva dos cearenses com o semi-árido, observando as peculiaridades climáticas, para a superação das dificuldades, como as questões da terra, do acesso à água, da redução da pobreza. A intenção, explica o bispo emérito de Itapipoca e coordenador da Comissão Episcopal para o Semi-árido - CNBB - Regional Nordeste 1, dom Benedito Francisco de Albuquerque, é procurar soluções por meio da construção de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável. E ao mesmo tempo, explica ele, encontrar mecanismos que garantam a execução das idéias surgidas no Seminário.
Neste sentido, estão sendo traçadas parcerias com a sociedade civil e o Governo do Estado para avaliar as experiências exitosas e conhecer os projetos de cada setor para tornar a vida do cearense, principalmente do Interior, menos árida. Na programação, inclusive, a titular da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), Silvana Parente, falará sobre o Projeto de Desenvolvimento para o Ceará, e serão apresentadas práticas bem sucedidas como, por exemplo, as cisternas de placas e as barragens subterrâneas.
Matéria da Jornalista Erilene Firmino para o jornal Diário do Nordeste de hoje, 12 de fevereiro de 2009. Reprodução unicamente para divulgação. Direitos autorais preservados.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Shopping Cariri patrocinará Exposição sobre o Meio Ambiente na Chapada do Araripe
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
A falta de definições legais na área de litígio

A questão é secular e parece não ter solução próxima. Conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o problema afeta, pelo menos, 8 mil pessoas apenas entre as recenseadas para o Ceará. A área abrange cerca de 321 mil hectares, conforme projeção do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).
A área demarcada em registros oficiais do IBGE e dos dois Estados envolve 13 municípios cearenses — Granja, Viçosa do Ceará, Tianguá, Ubajara, Ibiapina, São Benedito, Carnaubal, Guaraciaba do Norte, Croatá, Ipueiras, Poranga, Ipaporanga e Crateús — e sete piauienses — Luís Correia, Cocal, Cocal dos Alves, São João da Fronteira, Domingos Mourão, Pedro II e Buriti dos Montes.
À parte a cartografia, também há contestação de divisas nos municípios de Parambu e Novo Oriente, no Ceará, e São Miguel do Tapuio, Assunção do Piauí, Pimenteiras e Pio IX, no Estado vizinho. Conforme o chefe da unidade estadual do IBGE, Francisco José Moreira Lopes, o problema persiste pela falta de uma legislação federal que defina as divisas entre Estados.Por conta disso, o Instituto se baseia no Atlas de 1940 do Conselho Nacional de Geografia para demarcar os territórios.
“O problema é que, como é uma área entre Estados, senão houver uma lei federal, continua valendo a de 40”, explica Francisco Lopes.Para que os municípios não sejam prejudicados, o IBGE faz uma divisão igualitária das divisas, respeitando modificações pós-40. Tanto que para fins censitários, o Instituto não reconhece o litígio, visto que todos os moradores são contados para um outro Estado.
Reportagem de Italo Joathan e fotografais de Patrícia Araújo para o Caderno Regional do Diário do Nordeste, de 08 de fevereiro de 2008. Reprodução unicamente para divulgação. Direitos autorais preservados.
Abandono marca áreas de litígio entre o Piauí e o Ceará
Muitas das localidades, na estação das chuvas, ficam literalmente ilhadas, isoladas sem qualquer forma de comunicação. O Diário do Nordeste percorreu 1.684km dessas áreas de litígio e apresenta, neste Caderno Especial, do jornal Diário do Nordeste, de 08 de fevereiro de 2009, como vivem os esquecidos por governos que fazem questão de serem donos das terras, mas sem garantirem qualidade de vida para a população.
Reproduzido neste blogspot unicamente para divulgação.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
No Araripe, Exposição sobre o Meio Ambiente

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Fósseis de Santana do Cariri na TV União
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
O Capitalismo e os quatro patetas
Bravateiro, o pessoal entre instrutivas palestras, lançou um No Pasaran! aos abutres capitalistas, enquanto os quatro patetas – Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e Fernando Lugo – decretaram o próprio fim da economia de mercado e a exatidão histórica dos princípios fundamentais do socialismo bolivariano. O presidente Lula deve agradecer muito ao João Pedro Stédile por não tê-lo convidado para o encontro dos “líderes latino-americanos” no Fórum paralelo do MST. Foi poupado de participar de Karaokê coletivo em homenagem a Che Guevara.
O presidente não precisava mesmo fazer muito discurso para agradar o eleitorado revolucionário dos cinco continentes, pois entrou com o principal e literalmente, com a participação minoritária de Chávez, comprou o Fórum. Nestes tempos de crise, investiu algo próximo de R$ 85 milhões para que os mais de cem mil participantes protestassem de forma sustentável sob a orientação de ONGs já regiamente abastecidas com recursos do Orçamento da União. O pouco que o presidente falou foi o suficiente para granjear simpatia ao bombardear o Consenso de Washington.
Um despautério agradável para ninar os festivos participantes. O presidente pode até não gostar da Lei de Responsabilidade Fiscal, entender que é possível administrar em desrespeito à qualidade de gestão e imaginar que o normal é o Estado ser um gastador desbragado. Agora teve que admitir, até por ser o patrono do encontro, que o Brasil deve a prosperidade dos últimos anos ao pouco do que se praticou de boa-governança. Se não tivéssemos seguido o que determinou o FMI certamente não teríamos nos livrado sequer da inflação e poderíamos estar entre os bolivarianos, com a democracia comprometida.
Se há fórmula válida para administrar a crise ela está contida em tudo o que o Presidente Lula condena: ajuste fiscal, contenção de gasto e gestão de resultados. Isso vale para administradores e administrados. Empresas e trabalhadores. O presidente sabe tudo de marola e por isso deve ser interpretado literalmente ao contrário durante a crise. Se ele recomenda gastar, é hora de apertar mais o cinto. Se ele disser que você deve comprar uma geladeira, nem passe na porta da loja. O capitalismo não acabou como querem os quatro patetas, apenas passará a ser praticado com mais responsabilidade, coisa que o lulismo tem verdadeiro asco.
Demóstenes Torres é procurador de Justiça e senador (DEM-GO)
Deu no Blog do Noblat http://oglobo.globo.com/pais/noblat/. Reprodução unicamente para divulgação. Direitos autorais preservados.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Belém: Fórum Mundial Social chega do fim sem conclusões
O evento levou cerca de 100 mil ativistas a Belém, desde antigos militantes comunistas protestando contra o "imperialismo" dos EUA até ambientalistas e socialistas moderados. Agendado para coincidir com o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, o evento deste ano recebeu um número recorde de chefes de governo, motivados para exibir suas credenciais de esquerda na esteira da crise financeira global.
"As pessoas veem o capitalismo como incapaz de se manter firme, e existe a esperança de que não consiga", disse Shannon Bell, professor de política da Universidade de York, em Toronto, que compareceu a encontros sobre "eco-socialismo" no Fórum.
O governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais de 50 milhões de dólares no evento e trouxe uma dúzia de ministros de primeiro escalão. Quatro outros presidentes sul-americanos -- de Venezeual, Bolívia, Equador e Paraguai - também compareceram e foram recebidos como heróis. Em vez de tomar decisões vinculantes, o principal papel do Fórum é criar uma grande rede de contatos e a oportunidade de discussões entre os ativistas. A crise global foi um tema comum, e para muitos ela evidenciou que o capitalismo de livre mercado está em seus últimos passos.
"O lado financeiro do mundo nunca foi a parte que realmente o movimentou. O mundo é movido pelas pessoas", disse Luis Fabiano Celestrino, de 35 anos, um auto-declarado "idealista" e membro do grupo vegetariano Revolução da Colher. "O Fórum Social Mundial mostra o que as pessoas estão pensando sobre o problema mais básico, e só ouvir propostas para resolvê-lo já vale a pena", acrescentou.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
O PRU CRATO
Novos projetos estruturantes para o Crato
"O Prefeito do Crato, Samuel Araripe, anunciou a aprovação de projetos de licitação para dar segmento a obras que serão desenvolvidas no município. Entre elas, está a construção de Encosta do Seminário, projeto de mais de R$ 10 milhões que irá dar uma nova cara a cidade, do ponto de vista paisagístico, além resolver o problema de uma área considerada de risco no município. Além dessas obras, também passaram os projetos de licitação para a construção do Centro de Convenções do Cariri, que será modelo em todo o Estado, com áreas para feiras e exposições, auditórios para mais de 3 mil pessoas. Os projetos fazem parte do Plano de Requalificação Urbana, que vêm dar uma nova feição ao Crato".
Publicado pela Coluna Cariri do Jornalista Tarso Araújo, no jornal O POVO, deste domingo, 01 de fevereiro de 2009. Reprodução unicamente para divulgação. Direitos autorias preservados.
Os grandes projetos do Ceará foram pensados há 40 anos ³
Quando questionado isto, Cláudio Ferreira Lima disse: "tem que se considerar o ambiente de negócios que, uma parte é do Governo, outra parte é da iniciativa privada. É uma série de fatores", alega, no mesmo sentido. Sidrião completa as justificativas com o fato de as regiões Sul e Sudeste do País serem as mais beneficiadas com os investimentos de grande porte. "A obra do rodoanel, em São Paulo, custou mais do que o projeto da transposição e da transnordestina juntos, para se ter uma idéia".
Hoje, no governo Cid Gomes, a avaliação de que os projetos serão iniciados continua. O diretor da ADECE/ Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará, Eduardo Diogo, destaca, sobre a siderúrgica, que as condições para o início da obra estarão prontas até 2010. "As condições para que a usina seja instalada estarão prontas até o ano que vem com regularização de terreno até a terraplanagem do local. É a conclusão da fase inicial", informa, garantindo que agora os investimentos sairão do papel.Avaliação semelhante faz com relação à refinaria de petróleo, às ZPEs e à usina de exploração de urânio de Itataia. "A Petrobras pretende investir R$ 52 bilhões na refinaria. É um plano sustentável e nós entendemos que foi acertada a decisão de as empresas manterem os investimentos".
Matéria do jornal o Diário do Nordeste, data de hoje. Reproduzida unicamente para divulgação. Direitos autorais preservados.
Os grandes projetos do Ceará foram pensados há 40 anos²
O passo inicial, foi a construção do complexo portuário do Pecém, idéia também defendida por Cláudio Ferreira Lima, ex-secretário de Planejamento do governo Tasso Jereissati. O segundo governo de Tasso, do qual participou, elaborou um plano que incluía a construção do complexo portuário do Pecém. "Houve a elaboração de um plano para longo prazo, com a criação de um complexo industrial portuário que pudesse aglutinar em torno de si estes grandes projetos".
A siderúrgica, apesar de já ter sido alardeada no governo Tasso, teve impulso maior na gestão Ciro Gomes, em 1992, quando o governo tentou iniciar os contatos e planejar um local para o investimento. "No início, pensou no Mucuripe e até em Sobral, para viabilizar o empreendimento, mas isso não foi possível", explica Cláudio Ferreira Lima.
José Sidrião chama atenção para o fato de não haver muitas modificações nos projetos ao longo do tempo. ´Não vejo mudanças substanciais em relação àquelas primeiras propostas. Houve avanços, mas sempre dentro da mesma lógica´, enfatiza. Mas as explicações para os atrasos também são sempre as mesmas: o problema das parcerias, a força política e o cenário econômico.
Matéria do jornal o Diário do Nordeste, de hoje. Reprodução unicamente para divulgação. Direitos autorais preservados.
Os grandes projetos do Ceará foram pensados há 40 anos
A gestação de grandes projetos foi feita no primeiro governo Virgílio Távora quando, de forma pioneira no Nordeste, foi elaborado um plano de gestão, que previa refinaria e siderúrgica em uma visão de se gerar dois grandes pólos industriais: um petroquímico e outro metalmecânico, impulsionados pela refinaria e pela siderúrgica, respectivamente.
Pouco depois, na década de 70, no governo César Cals, a exploração da jazida de Itataia começou a ser pensada e, por último, no fim da década de 80, as Zonas de Processamentos de Exportações (ZPEs). Até mesmo a usina de Itataia, que já teve licitação realizada e os convênios fechados pelo governo Cid para a sua exploração, e também os demais megainvestimentos, pensados há vários governos, permanecem da mesma forma: na intenção de prioridade, mas ainda longe de uma efetivação.
No governo Virgílio Távora começou a gestação da refinaria. Foi instalado, lá no Porto do Mucuripe, uma unidade da Petrobras. O sentimento era de evoluir aquilo para uma refinaria, mas não prosperou´, informou o ex-secretário de planejamento do governo Tasso Jereissati, Cláudio Ferreira Lima, explicitando a primeira tentativa frustrada de trazer a refinaria da Petrobras para solo cearense, décadas atrás.Tasso Jereissati, Ciro Gomes, Lúcio Alcântara e Cid Gomes, em 23 anos de governo mantiveram a intenção e o discurso de que os projetos seriam realizados, mas até o fim do mandato de Cid Gomes, em 2010, os investimentos não estarão concretizados, ainda. A previsão é feita pelo superintendente do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), José Sidrião Alencar. Segundo ele, projetos como a refinaria e a siderúrgica ainda terão pelo menos dez anos pela frente para começarem a beneficiar a população cearense, caso sejam efetivados.
Reportagem de hoje, 01 de fevereiro de 2009, do jornal o DIARIO DO NORDESTE. Reprodução unicamente para divulgação. Direitos autorais preservados.


